sexta-feira, 20 de outubro de 2017

RESENHA DO LEITOR: CONQUISTADA POR UM VISCONDE

SINOPSE: Londres, 1829. Decidida a escolher seu próprio herói, um que a deixe completamente extasiada e pronta para a felicidade conjugal, Heather Cynster declina convites para os bailes conservadores da aristocracia londrina e busca aventuras fora de seu círculo social. Ao ultrapassar as fronteiras de seu mundo seguro e comparecer a um sarau oferecido por uma dama de reputação duvidosa, Heather acaba entrando na cova de leões. Mas seus planos de independência são arruinados quando encontra, no meio do salão, o enervante Visconde Breckenridge. Amigo dos Cynster e, principalmente, dos irmãos de Heather, ele a toma pelo braço e a leva até a carruagem. Mas seus esforços são inúteis. A poucos metros de entrar no carro, Heather é interceptada e sequestrada por inimigos ocultos que buscam vingança contra os Cynster. Agora, o arrojado Visconde terá de provar que é realmente o herói que Heather tanto almeja… Escrito com maestria, paixão e toques de humor, “Conquistada por um visconde” é uma trama inesquecível, que deixará o leitor querendo mais após a última página. Composta por Stephanie Laurens, considerada a sucessora de Georgette Heyer e a principal referência de muitas escritoras de sucesso, seus romances têm como cenário a alta sociedade de Londres do período regencial. “Conquistada por um visconde” é a escolha certa para os fãs de narrativas cujos personagens são damas audaciosas arrebatadas por nobres sedutores.


Número de páginas: 368
Editora: HarperCollins Brasil
Edição: 1ª
Ano: 2016

Hoje trago para vocês a resenha do livro Conquistada Por Um Visconde da Stephanie Laurens. Esse livro é meio que uma polêmica para quem gosta de romances de época. Por quê? Porque ele é o livro mais criticado de toda a série. Eu ainda não li os outros 2 livros publicados, mas posso falar que Conquistada Por Um Visconde também não me conquistou. Já conto pra vocês o por quê!


Conquistada Por Um Visconde é o primeiro livro da série Irmãs Cynster e conta a história de Heather e Breckenridge, um visconde que alimenta uma paixão secreta por Heather, mesmo que esta mocinha viva discutindo com ele. Heather está à procura de um marido, pois está prestes a ser considerada “solteirona” pela aristocracia londrina e em sua última tentativa de arranjar um marido, acaba sequestrada. Os motivos do sequestro e identidade do sequestrador só serão revelados no último livro da série (Raptada Por Um Conde). Breckenridge presencia o momento do sequestro de Heather e segue em seu encalço com o intuito de salva-la. É aí que o livro cai na mesmice por 120 páginas (literalmente). Todos os dias a mesma coisa acontece, por 120 páginas. O livro fica cansativo e muito repetitivo.


Depois dessas 120 páginas, podemos considerar que o livro começa de verdade. Breckenridge e Heather empreendem uma fuga e vivem muitas situações durante esse tempo. Não vou contar o que acontece daqui pra frente pra não estragar qualquer surpresa. Breckenridge é um homem gracioso, cheio de confiança, bonito e com um senso de proteção absurdo. Ainda não decidi se considero Heather mais perturbada ou mais sem noção. Acho que fico com as duas opções. Heather também é bem atrevida. Disso eu gostei mesmo!


“Os olhos de Heather queimavam. Ela respirou fundo, parou – interrompeu o fôlego – quando seus seios roçavam o peito dele. Hesitou por um instante, mas depois não se afastou, deixando as cristas dos montes atrevidos tocando-o de maneira provocante, movendo a pele pelo tecido da camisa dele.
Foi necessário um esforço considerável para não reagir.
- Quero que você faça amor comigo. – Ela pronunciou as palavras com clareza, de forma deliberada. Seus olhos permaneceram desafiadores, fixos nos dele. – Quero que seja meu amante [...]”


Tirando toda a enrolação inicial, o livro melhora bastante e me fez suspirar um momento ou outro. Heather e Breckenridge são extremamente passionais quando se permitem viver. Outro ponto que me fez questionar o livro foram algumas questões que não condizem muito com a história da aristocracia no geral. Não sei se eu entendi errado ou se a autora realmente quis escrever coisas do tipo. Por exemplo, Breckenridge não é filho legítimo do conde e mesmo assim, após assumi-lo, Breckenridge vira visconde e é herdeiro do condado (carinha pensante).


Já tinha ouvido muitas críticas sobre esse livro, mas como os outros 2 livros foram bem recomendados, tive de ler porque meu TOC não me permite começar um livro pelo segundo volume! O livro é narrado em terceira pessoa e a escrita da autora é boa. A Harper Collins fez um bom trabalho com esse livro. Achei a capa bonita, diagramação boa, assim como a revisão. Falo da revisão porque embora tenham passado alguns erros, estes foram em quantidades infinitamente menores do que em alguns livros que li nesses últimos tempos. E é isso pessoal! Outro dia volto com a resenha do livro 2 (Salva Por Um Cavalheiro). Beijos pra vocês!

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RESENHA ESCRITA POR: TATI DE ROSSI MAZO
Tati tem 33 anos, mora em Campinas - SP, é bióloga, trabalha na pesquisa do câncer e é louca por livros (não só científicos! Rs)

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

RESENHA DO LEITOR: NINGUÉM SENTIRÁ SAUDADES, FECUNDO: UMA VIDA EM BUENOS AIRES

SINOPSE: Fecundo é um garoto simples, que mora em um bairro pobre de Buenos Aires. Suas características mais marcantes: O total desprendimento das coisas e falta de ambição na vida. Ele não estipula objetivos, não traça metas, simplesmente “se deixa levar pela vida”. Podemos considerar essa atitude como uma qualidade ou um defeito? E nas mãos do pobre Fecundo, isso seria uma virtude ou uma maldição?


Conheci o livro em meados de 2016, por indicação de uma Booktuber, não entendi o título no começo “Ninguém sentirá saudades, Fecundo”. Quem era Fecundo? Porque ninguém sentirá a sua falta? Consegui essas respostas somente quando terminei a leitura. No começo não tive muito interesse, mas lembro que em uma tarde de domingo resolvi apreciar essa obra e confesso que me surpreendi com o que esta escrito nestas 51 paginas.


Viver uma vida sem objetivos, ao estilo Zeca Pagodinho “deixa a vida me levar”, seria esta uma qualidade ou um grande defeito? Apreciar a beleza de mulheres, cidades e da vida sem nenhum compromisso com seus sentimentos, vivendo a vida apenas como um narrador observador.


Fecundo viveu a maior parte da sua vida em um bairro pobre de Buenos Aires, nunca almejou um grande futuro para si mesmo, a maior parte da sua vida trabalhou em um escritório, exercendo a mesma função desde quando começou a trabalhar. A sua fascinação por Buenos Aires, pelas músicas de Carlos Gardel e pelas mulheres fáceis pode ser a sua salvação do sofrimento interno. Suas poucas conquistas foram resultados dos seus poucos investimentos, Fecundo nunca traçou metas ou teve objetivos em sua vida, tinha amigos, mas não amizades verdadeiras.


As poucas páginas do livro são suficientes para nos fazer pensar sobre a vida. Será que iremos nos arrepender? Será que isso é o certo? Dúvidas sem respostas. Não vou comentar muito sobre o final do livro, mas confesso que eles nós deixa pensativos e até mesmo um pouco “aflitos”. Humberto Eustáquio conseguiu fazer uma obra maravilhosa, clara e objetiva, pena que são poucas páginas, ele nós deixa com uma sensação de “quero mais”.


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RESENHA ESCRITA POR: ELIAN AURÉLIO
16 anos, mineiro, mas atualmente moro no Rio de Janeiro, estudante, amo livros, séries, filmes, música a arte em geral, confesso que não viveria sem ela.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

RESENHA DO LEITOR: LUZ E SOMBRA

SINOPSE: Virgílio é um engenheiro carioca, entediado, taciturno, que nunca amou ninguém e tem na restauração das antigas fazendas de café a sua única paixão. Em uma visita à Inocência, ele se encanta por Olympia, filha de um barão, representada ao lado da irmã gêmea em um quadro do século 19. O olhar azulado da moça o atrai de uma maneira obsessiva e aos poucos ele se envolve em trama cada vez mais absurda com joias misteriosas e uma inusitada carta. Ao tentar descobrir o que as linhas amareladas escondem, Virgílio se encontra em um emaranhado de artimanhas e chantagens, amor e ódio, onde o ontem e o amanhã se confundem durante um cruzeiro pelo Atlântico no ano de 1873 e o poder da luz sobre as sombras surge nos lugares, nas pessoas e nas atitudes mais improváveis.


UAU!! Foi à primeira coisa que falei ao ver a capa do livro de hoje! Luz e Sombra é uma história linda com uma capa linda! Outra coisa e amei, a trama possui viagem no tempo!  Borá lá? Luz e Sombra da autora Anaté Merger é uma história cativante, envolvente e com uma pitada de mistério e magia. A trama mostra ao leitor que para o amor não há limites e nem barreiras. Anaté dividiu seu livro em 3 partes,  assim ficou mais claro para o leitor entender o enredo da história.


Não suportaria mais resistir à voz que gritava em alto e bom som que ele estava apaixonado. Apaixonado por um fantasma...

Virgílio é um engenheiro bem famoso, que mora no Rio de Janeiro. Muito calmo e reservado. Entretanto, ele namora Clara, uma mulher egoísta que adora deixar Virgílio nervoso. Juro! Clara é um chata!! Como deve imaginar, o relacionamento deles não está lá nos melhores momentos... Tudo piora quando o casal sai em uma viagem de navio. E justamente na tal viagem que nosso protagonista percebe que seu relacionamento não está bem. Durante a tal viagem Virgílio sofre um acidente e passa a sonhar com uma mulher desconhecida, porém que despertava grandes sentimentos em seu coração. Virgílio trabalha com revitalização fazendas, e certo dia ele recebe a proposta de comprar uma fazenda chamada "Inocência" - localizada no interior do Rio de Janeiro.  Mal chega à fazenda para conhecer e analisar tudo por lá, só que a chata da Clara já está fazendo o inverno querendo ir embora (ôh mulher chata!).


Virgílio a viu, mas a imagem que despertou o amor nos meninos, a saudade no velho e que também poderia criar as mais variadas fantasias e desejo em muitos homens, fez com que ele tivesse uma antiga e inexplicável impressão: de que Clara não era e nem poderia ser a mulher para ele.
Clara sendo a desagradável, deu um “tiro no próprio pé” ao destruir a obra de arte mais famosa da fazenda – o retrato das gêmeas, filhas do Barão Antunes. Com tal atitude da então namorada, Virgílio conclui que seu namoro já destinado ao fracasso deveria de terminar. Lembra que falei que a história tinha uma apitada de mistério e magia? Pois bem, ao encontrar tal obra de arte, o coração do jovem engenheiro bate mais forte, pois Virgílio tem a mais absoluta certeza que a tal mulher que ele vem sonhando é Olympia, uma das gêmeas que viveram no século XIX que se encontrava retratada naquela pintura.


Ele amava Olympia como nunca tinha amado nenhuma outra mulher e ao mergulhar no seu olhar ele viu que ela sentia o mesmo.

Desse ponto em diante a trama toma rumos surpreendentes que prendem o leitor do começo ao fim. Cada página, o desejo por saber como se daria esse amor do protagonista Vigílio pela jovem Olympia só foi aumentando. A escrita da autora é leve e tranquila. Se você gosta de histórias com um toque de coisas sobrenaturais (viagem no tempo), com toda certeza irá gostar de Luz e Sombra.


Tudo o que nos pertence sempre acaba nos encontrando.

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RESENHA ESCRITA POR: RENARA CABRAL PEREIRA PAVEZ
25 anos, capixaba e casada. Formada em pedagogia. Amo ler e dar aula. A leitura me faz viajar!

terça-feira, 17 de outubro de 2017

RESENHA DO LEITOR: GAROTAS DE VIDRO

SINOPSE: Lia e Cassie são amigas há anos, ambas congeladas em seus corpos. No entanto, em uma manhã, Lia acorda com a notícia de que Cassie está morta, e as circunstâncias de sua morte ainda são um mistério. Não bastasse isso, Cassie tentara falar com Lia momentos antes, para pedir ajuda. Lia tem de lidar com o pai, que é um renomado escritor, sua madrasta e a mãe, uma cardiologista que vive ocupada, salvando a vida dos outros. Contudo, seu maior tormento é a voz dentro de si mesma, que não a deixa se esquecer de manter o controle, continuar forte e perder mais, sempre perder mais, e pesar menos. Bem menos.



O livro é sobre garotas de verdade que acham que não são de verdade. Garotas que não conseguem mais ver-se como são porque seu mundo desmoronou e o equilíbrio emocional e psicológico tornou-se patológico. Bem, o livro trata de temas delicados, cuja discussão faz-se necessária: Distúrbios Alimentares e a busca incessante pela perfeição física. Trata ainda de temas como a morte e problemas familiares.


Lia e Cassie, melhores amigas, penetram no mundo perigoso da bulimia, anorexia e todas as suas conseqüências ao apostarem quem conseguirá ficar mais magra. Ocorre que não apenas a busca pela magreza as leva a essa "viagem sem volta", mas tantos outros problemas que vão surgindo e contribuindo para que elas afundem cada vez mais. Com a morte de Cassie, Lia sente culpa, remorso e fica cada vez mais instável.


Chega a ser chocante a relação de Lia com a comida, a alimentação de forma geral. Esta habitua-se a contar as calorias de tudo que ingere. Confesso que demorei um pouco a mergulhar na escrita da autora, que escreve em primeira pessoa e mistura os fatos à visão desfocada da realidade de Lia. O livro traz reflexões e esperança a quem de alguma forma se vê envolvido neste tipo de distúrbio. Serve também de alerta a todos nós. #Recomendo


VITAMINAS:


RESENHA ESCRITA POR: SIMONE TORRES
40 anos, sou Pedagoga, Teóloga e Artesã. Leitora compulsiva, cinéfila e amante dos animais. Fazer arte é o que mais amo depois de ler.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

RESENHA DO LEITOR: O CANTO DA CORUJA

SINOPSE: Suindara mora na floresta sozinha desde que seus pais morreram. A garota esconde da vila onde mora o segredo que pode causar sua morte: Suindara pode se transformar em coruja. Para os moradores daquele pequeno reino, as corujas são malditas, pois, segundo a maldição que amedronta a todos, sempre que uma coruja pia uma pessoa morre. Por causa disso eles caçam e matam todas as corujas que encontram. Suindara sabe que se eles descobrirem que ela é a última coruja branca, sua vida pode chegar ao fim! O que ela ainda não sabe é que existe uma bruxa por trás da maldição e esta não vai descansar até ter a última coruja branca.


Reza a lenda que quando se fala sobre coruja muitos acreditam que elas trazem a Morte, não seria diferente no livro O Canto da Coruja da escritora nacional Michaelly Amorim - Editora Sekhmet. Essa historia se passa em um reino chamado Vila Real, um reino muito pequeno, onde o Rei e a Rainha se fazia presente na vida dos aldeões e viviam seus dias sem medo. Em uma noite, durantes os festejos de fim de ano, um grito foi ouvido, não o grito de uma pessoa, mas sim o grito de uma coruja que estava pairando acima da Rainha. No momento os aldeãos não deram importância, porém na lua cheia que se seguiu, a Rainha foi encontrada morta e sem coração. A Maldição então foi ouvida pela primeira vez.


“Uma canção de morte sobre sua cabeça entoará
O grito da coruja seu destino selará
A cada sete anos, doze gritos se seguirão
Uma chamada a cada lua servirá de marcação
Apenas com o fim do mal esse tormento cessará
Pois a morte com a morte se deve pagar
Ou depois de sete anos o sofrimento voltará.”

O canto da coruja traz em si um romance misto fantasia, misto realidade e misto era londrina, onde se vê carruagens, reis e rainhas, condes e condessas e o mais incrível a escrita através de tinteiro e pena. Falo sobre misto de tudo, pois na fantasia foi abordado o tema de humanos se transformarem em espécies de animais e na parte da realidade a escrita se mostra um tema específico de muitos romances atuais, homens bonitos, sarados e damas que usam de tipo de roupas e produtos que na época não se existia, como por exemplo, cremes para pele ressecada, pode ser ingenuidade minha, mas não consegui separar partes do que é real ou não... (risos)


Mas enfim, voltemos sobre a parte boa do livro, o enredo em si fala sobre romance e trabalho em equipe, que durante o decorrer da leitura se vê que quando se tem ajuda, tudo flui para a vitória. No enredo temos Suindara Furgata, que desde muito nova sofreu perdas familiares em sua vida que nos fazem questionar, puxa só desgraça acontece com essa menina, mas não, tudo tem o tempo certo para acontecer. O que ninguém sabe é que Suindara é a única coruja branca que sobreviveu, então vive isolada na floresta, pelo medo de piar perto de alguém e esse alguém morrer ou até mesmo o medo de ser caçada. Buscam incessantes ordenadas pela nova rainha Morgana, que após a morte da primeira Rainha, enfeitiçou o rei e transformou toda a vila em descontentamento. O que não esperava era o caçador se apaixonar pela sua caça.


“Não estaríamos aqui se você não tivesse desarmado minhas armadilhas. Agora terei que comer sopa de legumes no jantar.”

O bom de Suindara que ela é típica as mulheres que quando se fala NÃO FAÇA, aí que ela vai lá e faz, tanto que como protetora dos animais desarma todas as armadilhas encontradas na floresta, deixando um caçador bonito muito irritado. O livro nos prende de uma maneira interessante e que leitora não iria se interessar com dois homens bonitos e sarados no enredo, um deles é seu primo Ricardo que até então não sabia da existência da prima. E o outro o Caçador, mas genteee que caçador é esse??? Moreno, sarado e pra variar mulherengo, mas que cai de amores pela nossa mocinha Suindara. Adoro livros quando se tem uma criança que fala mais que a boca ou alguma senhora que não tem papas na linha, como a avó Shamara que também não sabia da existência da neta. Mas o legal é que Juntos a Suindara, a avó Shamara, Ricardo e o Caçador vão fazer de tudo para provar que a maldição sobre as corujas não são reais e que tem alguém por trás dessa maldição.


“Velha um ova! Eu te mostro já quem é a velha! – Ela disse se soltando do abraço e puxando sua orelha”.


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RESENHA ESCRITA POR: VANESSA RANDO
31 anos, enfermeira, moro em Piracicaba (interior de SP) e os livros são minha vida. Quando não estou cuidando da saúde das pessoas, gosto de entrar em um mundo imaginário e esquecer os problemas da vida real.

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sábado, 14 de outubro de 2017

RESENHA DO LEITOR: O CUPIDO BEBEU

SINOPSE: Oi! Eu sou a Chay, a amiga não muito louca da Mônica, e vim aqui contar a história dela com o Eduardo. É isso mesmo que você leu, EDUARDO. Cara, eu estou rolando de rir com isso. Como uma boa amiga que sou, coloco para tocar Legião Urbana sempre que posso. Bem, era isso que ia contar, mas no meio do caminho virou a história de Chay e Quim. Não sabe quem é esse aí? Joaquim, ou Quim, ou Quindim – só eu posso chamá-lo assim, ouviram bem? Ou melhor, leram bem? Enfim, só eu ––, o chefe da minha amiga, um gostoso, mas que é um chato de galocha. Onde eu fui amarrar meu burrinho, senhor? No meio das nossas histórias conturbadas de amor, Momo – minha linda e maravilhosa amiga – está recebendo uns presentes estranhos de algum ex-namorado perseguidor babaca que irei dar na cara. Bem, espero que gostem dessa nem um pouco louca história. Baseado em fatos não tão reais assim.


“Quem um dia irá dizer
Que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?”
(Eduardo e Mônica – Legião urbana)

Nunca li nada do gênero! O Cupido Bebeu é um livro de romance adulto escrito com muito humor e cheio de referências. A autora Gil Fox, que já tem vários contos e historias disponíveis na plataforma Wattpad, soube criar uma trama maravilhosa em poucos capítulos e nos trazer uma história cheia de emoção e muito humor, sendo impossível deixar de ler até o final! A história traz um quarteto de personagens principais: Charlene, mais conhecida como Chay, Mônica ou Momo como sua melhor amiga; Temos cara perfeito Joaquim, ou Quin e por último, mas não menos importante, Eduardo ou Duuuuu.


Chay é uma mulher super segura de si, que defende a melhor amiga com unhas e dentes conforme alguns acontecimentos mais perturbadores se desenrolam na trama. Apesar de todos os preconceitos por ser gorda, negra ou preta como ela mesma se refere, e ser a menina dos computadores, Charlene nunca deixa se abalar e se destaca como ninguém onde quer que vá por sua espontaneidade e seu prazer de ser quem ela é. Já Mônica, é a moça dos relatórios, e insegura em relação a seus sentimentos mais profundos, principalmente quando se trata de relacionamentos amorosos. Momo teve a muitos anos um relacionamento abusivo que por ela mesma já havia dado como encerrado a três anos atrás, mas parece, depois de receber uma encomenda, que nada estava como ela pensava que estava.


O novato Eduardo é um engenheiro que não desgruda os olhos de Mônica, mas ele mal sabe qual são seus pensamentos sobre isso. Joaquim é um dos chefes da empresa, ruivo, alto e muito em forma, o tipo de cara com que várias mulheres topariam sair sem cogitar perguntar até mesmo seu nome e não é diferente com nossa caríssima Chay, que há três anos está de olho nesse rapaz. Será que ele também tem olhos para ela? Qual será o futuro desses dois? A leitura é muito fluída e a autora emprega uma linguagem mais informal na conversa entre os personagens e os pensamentos da nossa protagonista, isso faz com que se crie um vínculo único entre a trama e o leitor. A história é imperdível e não trará arrependimentos a quem ler, garante muitos risos e tiros de flecha haha! OBS: Está rolando um sorteio de lindos marcadores de páginas na página do Blog Verdades e poesias, para participar clique aqui!


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RESENHA ESCRITA POR: KAROLINA V. S. MELO (Karol Melo)
21 anos, mora atualmente no interior do Paraná. Depois que descobriu o mundo da ficção se tornou uma leitora compulsiva. Ama músicas que a inspirem, e séries de suspense policial, mas não nega um romance clichê. É escritora no blog Verdades e Poesias e sonha em publicar um livro para chamar de seu.