quarta-feira, 16 de agosto de 2017

RESENHA DO LEITOR: MAGIA DOS QUATRO

SINOPSE: Sonhos premonitórios, uma amiga misteriosa, uma viagem no tempo e um mundo paralelo. É este o cenário da vida de Sarah quando ela descobre que é uma princesa de um reino chamado Calien e que fora enviada ainda bebê para a Terra através de uma magia muito antiga para que pudesse se manter salva da guerra que o mal e as trevas travavam em seu reino. Agora ela precisa regressar à suas origens e aprender a dominar a magia dos quatro elementos para proteger a si, aos seus amigos e a um reino inteiro. Magia dos quatro: a oportunidade única de vivenciar momentos de aventura e emoção na busca de acabar de vez com um conflito mortal através do uso das forças vitais da natureza.


O que esperar do livro “Magia dos Quatro”?  Foi com essa pergunta em mente que iniciei a leitura desse livro surpreendente! Magia dos Quatro é um livro belíssimo! Com ilustrações incríveis e uma capa de tirar o folego. O livro é de fantasia e mais voltado para o público jovem. Agora vamos de resenha?


“As duas crianças olharam para o mago e para a rainha antes de saírem com olhos marejados e, então, correram em direção à floresta, com a incerteza se sobreviveriam e com a missão de resgatar a princesa para proteger seus lares.”

Sarah – protagonista, vive com sua mãe em SP e está cursando o 3º ano do ensino médio. Logo no começo conhecemos Julia e Beto. Eles são os BFF’s de Sarah.  Tudo muito lindo, muito belo, muito bom... Até Alexia – uma novata, chegar na escola. Ela logo se aproxima de Sarah e as coisas começam a ficar diferentes. Sarah passa a ter pesadelos constantemente e não sabe o que tais “sonhos” querem dizer.


“Alexia estava observando o céu pela janela de seu quarto, improvisado em um pequeno apartamento que estava para alugar. Ela sabia que o prazo estava cada vez mais curto, mas ainda precisava de tempo para agir.”

Alexia fica cada vez mais próxima de Sarah e toda essa a proximidade delas faz com que Alexia se revele a Sarah. Alexia é a melhor pessoa para ajudar Sarah a entender o verdadeiro sentido de cada sonho. Gente, vou parando por aqui! Sim!! Se continuar a falar vou dar spoiler e vocês não vão gostar nada disso. Magia dos Quatro é uma história de fantasia enigmática. Com toques de mistério na medida certa. 


A narração do livro é em terceira. Não sou fã de narrações em 3 pessoa, porém na história de hoje esse detalhe FEZ TODA A DIFERENÇA. Motivo: a visão de um terceiro me possibilitou ver os acontecimentos de maneira mais ampla. A autora uniu em sua escrita a sensibilidade e criatividade, levando o leitor para dentro da história de um jeito realmente mágico. Super recomendo a leitura!!!

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VITAMINAS:


RESENHA ESCRITA POR: RENARA CABRAL PEREIRA PAVEZ
25 anos, capixaba e casada. Formada em pedagogia. Amo ler e dar aula. A leitura me faz viajar!

ENTREVISTA COM GABRIEL YUKIO GOTO, AUTOR DE OS ÚLTIMOS DE GAIA

SINOPSE: O fim não é uma punição, é uma necessidade. Os últimos de Gaia surgiram em uma época atípica e vivenciaram o terror desde a infância. Em um futuro mutilado pelo nosso presente, o foco é dado em Áurea e Otto, este que não sabendo lidar com as suas escolhas, cai em um abismo onde se encontra frente ao seu último capítulo: um planeta à beira da morte que precisa ser sacrificado para o nascimento de um novo mundo.


Como surgiu a ideia de escrever “Os Últimos de Gaia”? Na verdade, a ideia inicial seria de falar sobre um novo mundo que ainda está sendo feito, Gaia no caso seria um “prelúdio” desse mundo, achei que seria interessante antes de falar de um novo mundo, falar do fim do anterior. Assim, comecei a escrever os primeiros rascunhos sobre o fim do mundo de Gaia, que na mitologia grega é a titã é mãe de vários dos principais deuses do panteão e muito associada com a Mãe-Terra, em outros termos o planeta Terra.

Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? Mais ou menos 2 anos.

O que o leitor pode esperar de “Os Últimos de Gaia”? Uma leitura suave e explosiva ao mesmo tempo, retratando o psicológico das personagens frente ao desconhecido, um ambientação bem “dark” e que pode levar o leitor a refletir sobre diferentes temas, como o poder, o amor, a religião e a corrupção humana.


Qual autor (a) é o seu preferido? Eles de alguma maneira te inspiraram a escrever? É sempre complicado escolher algo favorito, eu acredito que eu seja um punhado de todos os autores que um dia eu li, de favoritos (e as suas obras que eu li e tenho em meu cânone pessoal) eu acho que posso citar: J. W. Goethe (Os Sofrimentos do Jovem Werther e Dr. Fausto), Neil Gaiman (O Oceano no Fim do Caminho e Mitologia Nórdica), Bernard Cornwell (As Crônicas de Artur e Stonehenge), Patrick Rothfuss (As Crônicas do Matador do Rei), Aldous Huxley (Admirável Mundo Novo), os poetas Fernando Pessoa e Paulo Leminski e o mangaká Naoki Urasawa, autor de Monster e 20th Century Boys. Com certeza, tudo que eu vi, li e ouvi faz parte do que eu sou e do que eu consequentemente escrevo e acho que isso funciona com todo mundo, vamos tomando por referência todas as nossas experiências.

Se “Os Últimos de Gaia” pudesse ter uma trilha sonora qual música você escolheria? Com toda a certeza teria a trilha sonora inteira da banda finlandesa “Tenhi”, sendo ela muitas vezes a trilha sonora das minhas maratonas de escrita, apesar de eu não entender absolutamente nada o que diz a música, a sua ambientação eu acredito que combine muito com o livro e por isso se ele fosse ter uma trilha sonora, com certeza seriam as músicas dessa banda. 
Você segue carreira apenas como escritor ou tem outra profissão? Além de escritor, estou no terceiro ano da faculdade de Letras me preparando para ser professor, acho que de certa forma combina comigo, nunca me enxerguei dentro de uma sala de aula como professor, mas conforme eu fui amadurecendo vi também que nenhum outro emprego casaria comigo, nisso tive que aceitar que ser professor era a profissão a ser seguida e no curso tive essa confirmação com os estágios e tudo mais.

Deixe uma mensagem para os nossos leitores: Olá, espero que tenham gostado e possam ter se interessado pela minha história, agradeço pelo espaço cedido e é isso, podem curtir a página do livro no Facebook, me seguir no Wattpad caso você use a plataforma  e adquirir o meu livro, que está em pré-venda pelo site da Editora Pendragon.

Gabriel Yukio Goto tem 19 anos e mora em Americana - SP.

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terça-feira, 15 de agosto de 2017

RESENHA DO LEITOR: A ROSA E A ADAGA

SINOPSE: A esperada continuação de "A fúria e a aurora", inspirado no clássico "As mil e uma noites". Sherazade chegou a acreditar que seu marido, Khalid, o califa de Khorasan, fosse um monstro. Mas por trás de seus segredos, ela descobriu um homem amável, atormentado pela culpa e por uma terrível maldição, que agora pode mantê-los separados para sempre. Refugiada no deserto com sua família e seu antigo amor, Tariq, ela é quase uma prisioneira da lealdade que deve às pessoas que ama. Mas se recusa a ficar inerte e elabora um plano. Enquanto seu pai, Jahandar, continua a mexer com forças mágicas que ele ainda não entende, Sherazade tenta dominar a magia crescente dentro dela. Com a ajuda de um tapete velho e um jovem sábio e tempestuoso, ela concentrará todas as suas forças para quebrar a maldição e voltar a viver com seu verdadeiro amor.


Continuando no mesmo ritmo impetuoso que roubou nossos corações no primeiro volume, A Rosa E A Adaga é o encerramento perfeito dessa historia mágica. Depois de ser arrastada por Tariq por metade do deserto, Sherazade reencontra sua irmã e seu pai, que ainda está alucinando por causa do excesso de magia que usou para trazer destruição a Rey. A rainha agora deve conhecer o povo inimigo com que sua família se aliou para resgatá-la e impedir seus planos de assassinar Khalid. Uma guerra está sendo preparada, cada vez mais exércitos tem se juntado à causa e no meio de tudo isso Sherazade tem apenas uma missão. Trazer a paz. Apesar de não poder justificar as ações de Khalid mediante ao povo e nem de voltar para casa e ajudar seu marido a lidar com a guerra, ela tem seu próprio plano em mente. Enquanto finge um ódio profundo pelo marido diante do povo, ela guarda para si seus verdadeiros sentimentos.


Era apenas um anel, mas significava muito para ela. Muito a perder. Muito pelo que lutar. Sherazade elevou a mão para um raio de sol. O anel de um dourado polido faiscou duas vezes, como se para lembrá-la de seu par, que estava longe, do outro lado do mar de areia. Khalid.

Se para muitos Sherazade é só uma rainha perdida sem um trono, seus amigos mais próximos, que cresceram com ela, sabem que ela não ficará sem fazer nada mediante a ameaça de guerra. Durante o dia ela se passa por garota inofensiva que está preocupada com o bem-estar da irmã e a saúde do pai, mas a noite ela revela um outro lado de si. Assim como seu pai, Sherazade tem magia correndo em seu sangue e se foi por magia que Khalid e toda cidade de Rey foram amaldiçoados, é com magia que ela pretende salvá-los. Dominar sua magia pode não ser uma tarefa tão fácil quanto ela gostaria e apenas Sherezade pode não ser o suficiente para resolver toda essa situação já que é Khalid o amaldiçoado.


— Uma maldição é o pagamento de uma divida pendente... um trato feito, ainda que desleal. Nesse caso a vida de um homem foi dada como pagamento por sua magia. Para a mágica ser revertida uma oferta de igual peso deve ser feita.

Com o decorrer dos eventos, a maldição que pende sobre Rey e Khalid não é mais a única coisa em jogo, já que vendo a vulnerabilidade em que o reino se encontra, sultões de cidades vizinhas estão vindo para conquistar. Para resolver esse problema a rainha precisa da ajuda de Tariq que parece ser o único capaz unificar o povo, mas o ódio dele por Khalid e seu amor por ela podem se colocar no meio de sua razão. É só quando a vida de Sherazade corre perigo e os dois precisam resolvem suas diferenças é que a inimizade entre eles diminui e Khalid e Tariq podem finalmente trabalhar juntos pelo bem de Rey. 


— Eu lhe concedo três fechas. Três chances de terminar o que começou.
— Por que três? Tariq imitou o tom impassível do califa ao colocar a aljava no ombro.
— Uma por sua prima. O califa enterrou a espada na areia diante dele. — Uma por sua tia e outra por sua amada. Mas quando errar, e você vai errar, você nunca mais fará o que acabo de ver.
— Então você tem ciúmes? Tariq perguntou alto o suficiente para ecoar nas areias finas.
— Ciúmes é uma emoção infantil e mesquinha. O califa passou sua única espada para mão esquerda em um gesto fluido. — Eu não tenho ciúmes, tenho raiva.

Com o mundo que eles conhecem por um fio, eles precisavam enfrentar velhos inimigos e refazer laços de amizade para poderem vencer o confronto épico e definitivo que tem pela frente e talvez, apenas talvez terem uma chance de vencer. Quando a maldição de Khalid finalmente é quebrada ele precisa voltar para seu palácio e ser o rei que seu povo precisa, o Califa que seu pai nunca foi. Juntos Khalid e sua rainha precisam acabar com uma guerra antes que ela comece. 


Ela parou, sem coragem para abrir os olhos. Sherazade sabia que era Khalid. Ela sentiu mais do que viu. Como sempre. Como nunca. Como uma rosa sente o sol.

Com reviravoltas inesperadas e um final simplesmente de cortar o coração, A Rosa E A Adaga superou as expectativas e conseguiu, em certo ponto, até superar o primeiro livro da franquia. Com mais ação e magia e menos romance, ele traz uma história rica e cheia de referências de As Mil E Uma Noites que aprendemos a amar. Esse com certeza é um dos melhores livro que li esse ano e é super recomendado para fãs de aventura e magia. 


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RESENHA ESCRITA POR: CAROLINA SIQUEIRA
Carol Siqueira, 20 anos, é estudante de Odontologia pela Universidade Positivo e quando não está deixado o sorriso das pessoas mais bonito, ela passa seu tempo lendo histórias sobre criaturas mágicas, que eventualmente se apaixonam, ou escrevendo algum resumo bobo na varanda de sua casa e não perde a oportunidade de adicionar mais um livro a sua coleção de preferidos.

ENTREVISTA COM HARCLISSON MAGNO, AUTOR DE MANCHAS NA NEVE

SINOPSE: Por conta de uma experiência passada, o adolescente Alexander Holdefer e sua família se diferenciam do resto da humanidade. Denominados Pensantes, eles têm a capacidade de controlar a matéria e a energia usando nada mais do que a mente.  Poderes extraordinários podem parecer maravilhosos, mas eles também podem ser perigosos. Em busca de uma cura para seus poderes, Alexander e seus dois irmãos se mudam temporariamente para Sunfall, uma cidadezinha escondida nas florestas secas da Carolina do Sul. Mas nem todos querem a cura, Lyandra, a irmã do meio, odeia os humanos mais do que tudo. E ela fará de tudo para impedir que a cura seja descoberta. Alexander, então, se vê diante da difícil missão de proteger sua família e também a humana por quem ele se apaixona. Ele vai ter que escolher entre salvar sua família e os humanos.


Como surgiu a ideia de escrever "Manchas na Neve"? Eu sempre amei poderes e na maioria do tempo eu desejo ter também, mas a ideia surgiu enquanto eu fazia as lições da escola. Estava entediado e comecei a pensar na história do livro.

Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? Cerca de três anos e meio.

O que o leitor pode esperar de  "Manchas na Neve"? Muitos poderes, claro. Eu poderia dizer que na história tem romance, lutas, tristeza, mas posso resumir tudo isso em uma palavra: amor. A história em todos os sentidos fala de amor. É uma família que, ao ver da sociedade, tem tudo, mas ainda assim lutam pela própria vida. Nem todo dinheiro do mundo pode resolver o problema deles.


Qual autor ou autora é seu preferido? Eles de alguma maneira te inspiraram a escrever? Lissa Price, pelos livros Starters e Enders, que foram minha primeira paixão no mundo literário. J. K. Rowling pela história de vida dela, essa mulher foi minha maior inspiração, não por causa de Harry Potter, mas por causa dela mesma. E Victoria Aveyard, por causa de toda a série A Rainha Vermelha, minhas paixões atuais.

Se "Manchas na Neve" pudesse ter uma trilha sonora qual música você escolheria? Uma música apenas? Difícil. Vou ficar preso entre: Hold On - Chord Overstreer, A Thousand Years e Human - Christina Perri, Yellow e The Scientist - Cold Play, Castle - Halsey, Demons e Radioactive - Imagine Dragons, I'm With You - Avril Lavigne, Stay - Rihanna, e pra finalizar já que a lista está grande demais, Royals - Lorde. 
Você segue carreira apenas como escritor ou tem outra profissão? Conclui meu ensino médio faz pouco tempo e vou adentrar agora no mundo assustador da faculdade. Mas pretendo me formar em Design e futuramente em Psicologia.

Deixe uma mensagem para nossos leitores: Primeiramente, comprem mais livros nacionais, apostem mais em literatura nacional. Existem best sellers em nosso país que ainda não foram descobertos. Segundo, aos que desejam um dia embarcar nessa aventura que é ser escritor eu só posso falar uma coisa, nunca desistam. Não é fácil, mas não é impossível. Aos demais, muito obrigado pelo apoio. Espero que gostem de Manchas na Neve.

Harclisson Magno tem 18 anos e mora em São Luis - MA.

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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

RESENHA DO LEITOR: CADU E MARI

SINOPSE: Uma história cheia de romance, humor, música e as paisagens arrebatadoras do Rio de Janeiro como cenário. Da autora da série After Dark. Mariana trabalha em uma badalada revista de moda. Tem um bom salário, é muito competente... E tem uma queda pelo chefe, daquelas bem poderosas. Eles vivem em mundos completamente diferentes, e Mariana sabe que nunca acontecerá nada entre os dois. Até que Carlos Eduardo repara que sua secretária é muito, muito bonita. O amor entre os dois é arrebatador, e “Cadu e Mari” sentem que nasceram um para o outro. Mas as coisas logo começam a desandar. Talvez Cadu ainda não esteja preparado para confiar em uma pessoa que teve uma vida tão diferente da sua; talvez Mari ainda não se sinta segura em dividir sua realidade com o chefe. Para viver esse amor, os dois precisarão enfrentar preconceitos e vencer intrigas. Será que estão prontos?


Oi pessoas, como vocês estão? Hoje trago para vocês a resenha de Cadu e Mari, da A.C. Meyer. Olhem que capa lindinha! Então, vamos lá: Mariana Costa, Mari, é uma jovem de 24 anos, assistente executiva do diretor/presidente da revista de moda Be. É uma garota normal (gostei!), sem a beleza e corpo estonteantes que costumamos encontrar em tantas histórias. É uma jovem cheia de energia, disposição e dedicada ao trabalho. Ela também é apaixonada por seu chefe, Carlos Eduardo.


Cadu tem 26 anos e é um cara extremamente lindo, malhado e elegante. É diretor da revista Be. Cadu é um cara desconfiado com as pessoas, principalmente mulheres. Ele já saiu com muitas e não se relacionou sério com nenhuma delas. É o tipo de cara que só sai com gostosas sem muita coisa na cabeça.


Cadu e Mari se relacionam profissionalmente, ela uma ótima funcionária e ele até que parece um bom chefe também. Mas um dia Cadu passa a enxergar Mari de uma maneira diferente, uma maneira cheia de calor nos olhos. Uiiii. Eles começam a namorar e se apaixonam loucamente. Vivendo um sonho escondido de todas da empresa. Para dar uma sofrência à história, o relacionamento do casalzinho passa por um revés e tudo acaba, mas entre mortos e feridos ainda há salvação!


Cadu e Mari é um livro gostosinho, para se ler entre uma leitura pesada ou outra ou mesmo pra quem gosta de livros sem muito drama ou de muita complicação. Achei muito interessante o fato de ela não ser o estereótipo da mocinha linda, magra e gostosa. Precisamos de mais personagens assim! Outros aspectos do livro não me agradaram tanto como a inconsistência na paixão avassaladora por parte de Cadu, o que não condiz com sua personalidade descrita. Mas como o amor é estranho, esse fato pode ser aceito (embora não tenha me convencido). O livro também acaba muito rápido, o drama final poderia ser mais explorado, mas essa é só a opinião de alguém que adoooora um dramalhão! Recomendo essa leitura! Beeeeijos!

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RESENHA ESCRITA POR: TATI DE ROSSI MAZO
Tati tem 33 anos, mora em Campinas - SP, é bióloga, trabalha na pesquisa do câncer e é louca por livros (não só científicos! Rs).

ENTREVISTA COM JOSÉ LUIZ DA SILVA RIBEIRO, AUTOR DE SEVEN MAPS - A CÚPULA DA CAVEIRA

SINOPSE: Robert Penks é um jovem entediado que vê sua vida piorar ainda mais com a morte de seu avô, Bartholomeu, o único que entendia sua ânsia por aventuras. Porém, o que Robert não suspeitava é que o velho Barthô havia planejado uma aventura que mudaria para sempre sua vida. Ao encontrar cartas misteriosas, cheias de enigmas, Robert e seus dois amigos, Fredo e Loren, se deparam com um inevitável e trágico destino. Os três veem sua ilha ser atacada e suas famílias destruídas por terríveis piratas, o único dos Penks, além de Robert, a sobreviver é Symon, seu irmão menor, que foi levado como prisioneiro. O trio é obrigado a se lançar ao mar, seguindo o mapa que o avô de Robert deixara. Em meio a muitos perigos, Robert vem a descobrir que o mapa pertenceu a Cúpula da Caveira e que terá que enfrentar assombrosas maldições se quiser chegar ao maior tesouro já reunido e salvar seu irmão das mãos de Frederic, o Mal. Com uma história cheia de lutas de espadas, navios, mapas, seres misteriosos e magia, Robert, Fredo e Loren também descobrem que há muitos mistérios que envolvem suas vidas e que eles precisarão de muito mais do que coragem e espadas para chegar ao seu destino final.


Como surgiu a ideia de escrever "Seven Maps – A Cúpula da Caveira"? Na verdade, não foi algo pensado. Eu já vinha escrevendo outro livro, mas havia parado, por se tratar de uma primeira tentativa, ele lembrava muitos os livros que eu já tinha lido. Mas foi muito interessante essa experiência, visto que ela permitiu que ganhasse experiência como escritor. Seven Maps foi umas daquelas ideias que vieram de repente. Eu sentei para fazer um plot de uma história em quadrinhos (eu gostava muito de desenhar) e conforme eu fui escrevendo o roteiro, as ideias foram brotando na cabeça.  Então, me deu aquele insight.  Por que não escrever essa história em forma de livro?  E foi então que eu comecei os primeiros rascunhos de Seven Maps.

Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? Quando eu comecei a escrever Seven Maps, eu estava ainda na Faculdade. Eu estudava a noite e trabalhava de dia. Então, o tempo não era um aliado. Eu escrevia conforme me dava inspiração e o tempo me permitia. Mas o primeiro livro de Seven Maps levou de 2 a 3 anos para ser escrito. Depois ficou parado em uma gaveta por muitos tempo. Somente em 2016 que eu voltei a olhá-lo. Mudei alguns fatos para deixa-lo muito mais interessante. E acredite, foi muito bom esse tempo, pois me permitiu entrar em contato com muita coisa que influenciou para melhor a minha história. Os outros livros, estão em processo de escrita.

O que o leitor pode esperar de "Seven Maps”? Eu sempre fui um aficionado por aventuras, mistérios e fantasia. Acredito que seja isso que os leitores podem esperar de Seven Maps – Tomei cuidado para deixar a história o mais intrigante possível e de forma que possa proporcionar horas de um bom entretenimento.

Qual autor ou autora é seu preferido? Eles de alguma maneira te inspiraram a escrever? Desde da adolescência, eu lia muito a coleção Vagalume, mas o primeiro livro de fantasia que eu li, foi “A história sem fim “ de Michael Ende e me apaixonei. Depois, como não poderia deixar de ser, veio Harry Potter, que eu leio até hoje, e o Senhor dos Anéis, O Hobbit, entre outros. E sim, eles me inspiraram a escrever. Foi depois de Harry Potter, que eu decidi contar a minha própria história, e eu comecei  a escrever, mas como eu disse, essa primeira tentativa lembrava muito esses livros que eu li. Então, Seven Maps brotou na minha cabeça, algo novo. Minha escritora favorita é J. K Rowling e J. R.R Tolkien e eles me inspiraram a escrever com certeza.

Se "Seven Maps" pudesse ter uma trilha sonora qual música você escolheria? Engraçado essa pergunta, pois eu uso muita música para escrever! Mas na maioria são instrumentais. Mas se tivesse que escolher uma, acho que a música tema de os “Piratas do Caribe” já que tem relação com o tema da história. 
Você segue carreira apenas como escritor ou tem outra profissão? Tenho outra profissão, no momento tenho minha escola de Inglês e trabalho como professor de Inglês, além de fazer traduções como freelancer. Escritor ainda é uma ocupação paralela. Mas que sabe um dia?

Deixe uma mensagem para nossos leitores: Sempre tentei escrever de forma que meus leitores pudessem visualizar a cena, como se estivessem vendo ao um filme, deixando espaço para que eles pudessem preencher os detalhes com sua imaginação. Espero que Seven Maps possa lhe proporcionar uma viagem em um mundo de aventuras, que vocês possam se tornar parte da tripulação de um dos dois lados. Quem sabe você não tem uma tendência para pirataria? Hein? Mas, acima de tudo, que tudo pode mudar em um segundo, então, cuidado com o que você deseja. Você pode conseguir! Embarque nessa aventura. Ahoy!

José Luiz da Silva Ribeiro tem 32 anos e mora em Presidente Prudente - SP.

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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

RESENHA DO LEITOR: A MÁSCARA DO REI

SINOPSE: Um país talhado à espada chega ao ápice de uma guerra dinástica. Dois reinos disputam pelo controle da cidade sagrada, mas sua sede por poder levará todos a descobrir que o caminho é mais obscuro do que se imaginava. Da guerra se construiu um império, das cinzas e do sangue se forjou um rei. Na teia da mortalidade, jogar é a única forma de sobreviver, pois nem todas as peças permanecem inteiras no fim. Um rei que não quer guerra, mas tem de ir para ela. Um rei que quer destruir todos os seus inimigos, por pura glória e rancor. Um príncipe que precisa lutar pela sobrevivência.


Olá! Como estão? Bem, espero!! Gente, li o livro A Máscara do Rei em apenas um dia!! Sabe aquela história cheia de mistério que te pega logo no começo? É sobre uma dessas que vamos conversar! Ah!! Antes que esqueça, eu achei esse livro a cara do nosso amigo Edu aqui do blog – EDU LEIA !!! A Máscara do Rei é o primeiro livro de um duologia e foi publicado ano passado pela editora Arwen. Mas chega de conversar e vamos resenhar? Em A Máscara do Rei, o leitor conhece o jovem príncipe Eldon, ele é herdeiro do trono de Darastrix. Também conhecemos o amargurado rei Sverne Vaecaesin. O rei ser torna esse tipo de homem/rei após a morte de sua esposa Cassandra. Sverne não estava por perto quando isso aconteceu e ele se sente meio que culpado, sendo assim ele se afasta e seu filho, tornando-se um pai ausente, um homem grosso e um rei cruel. Tá bom ou quer mais?


Por alguns motivos Sverne Vaecaesin precisa se casar novamente. É nesse ponto que a “bruaca” da Sarene entra na história. Claro que isso só afasta mais e mais o príncipe de seu pai. Ah, já estava esquecendo! Eldon é o filho caçula do rei. Leah é sua irmã mais velha, porém não pode assumir o trono. Por ser um livro que se passa na era medieval, o povo de Darastrix tem como inimigo o povo de Vutham. Toda essa rivalidade resulta em muitas e muitas guerras. Auran – rei de Vutham, sabe que ir para guerra não é o melhor a se fazer, entretanto seu trono está ameaçado e ele não vê outra saída. É claro que as coisas precisam ficar mais complicadas.... Antes de entrar em campo de batalha Auran – rei de Vutham descobre que está sendo vítima de uma grande “tramoia”. Ele precisa descobrir e rápido quem está por trás disso... Como falei aí em cima, li todo o livro em um dia, no começo eu quase parei, pois não estava habituada com esse mundo medieval e além do mais estou vindo de leituras de romance. Passado esse primeiro momento, a leitura foi que foi e quando dei por mim o livro chegou no fim!


Com um final surpreendente, a autora Francine Cândido me conquistou! A leitura é bem interessante e rápida. E a diagramação do livro? MA-RA-VI-LHO-SA!! E capa? Mais que linda e cheia de significado. Dica: preste bastante atenção na capa é nos dá dicas incríveis! Eu adoro quando a capa do livro tem todo esse significado na história. No geral é isso!! Eu gostei muito da história e estou extremamente ansiosa pela continuidade. Beijos, até a próxima!


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RESENHA ESCRITA POR: RENARA CABRAL PEREIRA PAVEZ
25 anos, capixaba e casada. Formada em pedagogia. Amo ler e dar aula. A leitura me faz viajar!

ENTREVISTA COM ANA LUIZA MARRIEL, AUTORA DE THE HUNTRESS: A CAÇADORA

SINOPSE: Dezessete anos. Essa é a idade em que muitos estão se perguntando qual será o rumo que sua vida vai tomar, se envolvendo em relacionamentos mais sérios e se preparando para a vida adulta que está se aproximando. Para Jude Johnson, a coisa era um pouco mais difícil. Com pais extremamente protetores e que não a deixam dar um passo sem sua supervisão, ela mal pode esperar para completar dezoito anos e poder fazer o que quiser: viajar, sair e ficar até tarde na rua com sua melhor amiga, Rebecca, sem que seus pais briguem com ela. Mas tudo o que Jude não poderia esperar era que, durante sua festa de aniversário, um acontecimento estranho e assustador mudaria todo o rumo de sua vida. A jovem descobrirá coisas novas sobre si e sua família e verá que nem tudo é o que parece.


Como surgiu a ideia de escrever "The Huntress: A Caçadora”? Eu estava em casa uma tarde, lá por meados de março de 2014, pensando em qual seria o tema do meu próximo livro, quando me lembrei da paixão gigantesca que tenho por historias com vampiros. Porém, eu não queria fazer uma história em que o foco fosse apenas mais um romance com toques sobrenaturais e daí surgiu a história Jude.

Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? A iniciei em março de 2014 e a finalizei em janeiro desse ano, ou seja, quase três anos. Tudo porque passei muito tempo travada nos cinco primeiros capítulos, sem saber como encaminhar a história, até que no meio do ano passado consegui finalmente continuar.

O que o leitor pode esperar de "The Huntress: A Caçadora"? Uma história com muito humor, amizades verdadeiras, um pouco de romance também, alguns mistérios e segredos de deixar o queixo caído.

Qual autor ou autora é seu preferido? Eles de alguma maneira te inspiraram a escrever? Nossa, difícil escolher apenas uma! As que eu mais amo: J.K. Rowling, Kiera Cass, Aretha V. Guedes, Clara Taveira e FML Pepper. Com certeza me inspiram! A maneira apaixonada com que escrevem e criam suas histórias, são uma grande fonte de inspiração.

Se "The Huntress: A Caçadora” pudesse ter uma trilha sonora qual música você escolheria? Na verdade, ele tem! Está lá no Spotify, tem o nome de “Trilha Sonora da duologia The Huntress” e estou atualizando conforme escrevo o segundo livro.

Você segue carreira apenas como escritor ou tem outra profissão? Eu estou cuidando apenas da parte escritora no momento.

Deixe uma mensagem para nossos leitores: Oi, gente!! Fico muito feliz e honrada, que você tenha tirado um tempinho para dar ler essa entrevista e espero ter despertado seu interesse em The Huntress!

Ana Luiza Marriel tem 21 anos e mora em Betim - MG.

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terça-feira, 8 de agosto de 2017

RESENHA DO LEITOR: AMADA IMORTAL

SINOPSE: Primeiro livro da trilogia, mistura fantasia sobre imortais a uma história moderna de uma jovem em busca de si mesma e de redenção. Questões de identidade e moralidade aparecem na trama, protagonizada pela imortal Nastasya. Nascida em 1551, acostumada a beber e sair para baladas cada vez mais loucas, ela perdeu o rumo. Suas conexões com outros imortais, interessados apenas em suas habilidades mágicas, a fazem partir em busca de um propósito - E o encontra em uma espécie de clínica de reabilitação para os de sua espécie, onde conhece um pouco mais sobre o próprio passado e cria importantes laços para o futuro.


Na resenha de hoje vamos falar um pouco sobre Amada Imortal, um livro que eu adoro por causa do senso de humor delicioso e sarcástico da personagem principal. Nastasya Cole é a típica adolescente que curte uma boa farra, mas ao contrário da maioria das pessoas ela já é uma adolescente há muito tempo. E apesar disso, em seus quatrocentos e quarenta e nove anos de vida, ela ainda não amadureceu nada. Com uma vida regrada a festas, bebidas e muito dinheiro, ela nunca se preocupou em parar para pensar se gostava da pessoa que tinha se tornado. Mas depois que seu melhor amigo quebrou a coluna de um motorista de taxi apenas porque estava irritado com ele, Nastasya decide que precisa mudar. Ela resolve buscar ajuda de outra imortal que conheceu há muito tempo e que disse que estaria disposta a ensiná-la a maneira certa de praticar a magia que todos os imortais possuem. Que a ensinaria a ser Tähti. Para os imortais há duas maneiras de praticar magia, existem os chamados Terävä que sugam a vida de outras coisas e os Tähti que usavam sua magia interior. Nastasya nunca achou que era possível mudar a maneira como sua magia era feita, mas ela acredita que vale a pena tentar.


Quando se é imortal, os anos rapidamente perdem o significado. Anos, décadas e, dado momento, até mesmo séculos parecem voar num piscar de olhos, até que, por exemplo, o século XIX parece só uma festa ruim que você foi. 

Depois de passar tanto tempo reprimindo todas as suas emoções e não sentir quase nada, Nastasya precisa aprender dia a pós dia a reconhecer velhos sentimentos e enfrentar seu pior inimigo. Ela mesma. River, a amiga que se dispôs a ajudá-la, explica que o processo em direção a mudança de vida é demorado e exaustivo e que o resultado final nem sempre vale a pena. Como os sentimentos não foram a única coisa que ela passou reprimindo durante os últimos séculos, ela também precisa redescobrir seus poderes e a importância de cada coisa viva no mundo. Nastasya precisa esquecer a vida de conforto e luxo que levava antes e aprender a conviver com as tarefas do dia a dia de uma fazenda. 


Naquela noite eu estava em um frenesi de limpeza, eu estava literalmente de quatro no chão da cozinha esfregando o piso. O piso era de pedra. Pedras são naturalmente sujas. É a porcaria da natureza delas, mas ninguém tinha caído nesse argumento. 

Mas como tudo que está ruim sempre pode ficar pior, Nastasya descobre que alguém do seu passado também está na casa de River lutando para ser um imortal melhor. Alguém com que o destino constantemente a reunia e que constantemente terminava em desastre. Rein pode parecer apenas mais um cara que você espera encontrar no estábulo escovando cavalos, só que ele é muito mais que isso. Ele já foi conhecido há muito tempo atrás como o Açougueiro do Inverno por aterrorizar e saquear vilarejos por toda Noruega e mais tarde Islândia, mas antes disso, muito antes disso, a família dele tinha sido conhecida por roubar o símbolo de poder de uma das Capitais Imortais. Rein quer acreditar que seu passado ficou para trás, há anos ele vem tentando fazer as coisas da maneira de River e ser Tähti, mas a presença de Nastasya é um constante lembrete de quem ele é. 


— Você é o invasor do inverno. — Minha voz saiu rouca e baixa, quase inaudível. — Você não tem 267 anos. É mais velho do que eu. Tem uns 500 anos? Seiscentos? Você matava vilarejos inteiros, estuprou meus vizinhos. Você quase me estuprou. Quase matou meu filho.

A convivência de duas pessoas que dividem um passado tão horrível fica cada vez mais difícil, por que além de Açougueiro do Inverno Rein foi responsável pelo maior horror que ela já viveu, presenciar a morte de seus pais e irmãos. A Capital Imortal da qual a família de Rein roubou o poder era a Casa de Úlfur, e Nastasya é a única herdeira viva daquela família. E pelo fato de tudo isso ter acontecido quando ela ainda era muito jovem Nastasya não tinha nem ideia de seu legado e muito menos do tipo de poder que possuía. 


Ninguém sabe. Falei para mim mesma de novo. Nunca tive que contar a ninguém e ninguém jamais saberá. Eu era única pessoa viva que sabia que eu era a última sobrevivente da casa do meu pai e que a mágica dele estava enterrada em algum lugar bem fundo de mim. 

Apesar da história ter uma trama bem pesada, cheia de flash backs das coisas horríveis que Nastasya já presenciou e fez, a autora conseguiu deixar o livro bem humorado e gostoso de ler. O temperamento explosivo e impulsivo de Nastasya desencadeia cenas muito bem escritas e de tirar o fôlego. O drama da eterna dúvida entre o amor e ódio deixa a narrativa cada vez mais envolvente fazendo que você perca completamente a noção do tempo depois que começa a ler. Tenho orgulho de ter a Amada Imortal na minha estante. 

VITAMINAS:


RESENHA ESCRITA POR: CAROLINA SIQUEIRA
Carol Siqueira, 20 anos, é estudante de Odontologia pela Universidade Positivo e quando não está deixado o sorriso das pessoas mais bonito, ela passa seu tempo lendo histórias sobre criaturas mágicas, que eventualmente se apaixonam, ou escrevendo algum resumo bobo na varanda de sua casa e não perde a oportunidade de adicionar mais um livro a sua coleção de preferidos.