quarta-feira, 14 de junho de 2017

ENTREVISTA COM ANA CLÁUDIA ESQUIAVO, AUTORA DE VIDAS ROUBADAS

SINOPSE: Joana Prates torna-se uma revelação no mundo da moda ao desenhar e costurar vestidos de presidiárias para um desfile na cadeia, onde fora presa injustamente aos 33 anos. Acusada de sequestrar um bebê, após uma armadilha plantada pela irmã mais velha, ela encontra a consagração ao sair da penitenciária, mas precisa lidar com os fantasmas do passado e traumas causados pela sua conturbada família. O reconhecimento profissional traz inúmeras entrevistas onde ela é obrigada a explicar os motivos que a levaram à prisão. Durante seu primeiro desfile, ela conhece Alexia Soares, uma respeitada jornalista do jornal Diário Mundial. A repórter foi obrigada por sua editora-chefe a abandonar o jornalismo investigativo ao iniciar uma intrigante e terrível investigação sobre tráfico de bebês, que causou riscos a própria vida. Obrigada a entrevistar Joana, Alexia descobre elos entre a injusta prisão da estilista, a matéria que estava investigando e a promessa feita a sua mãe, que nunca conseguira cumprir, de encontrar a irmã desaparecida. Para limpar sua honra, Joana aceita ajudar Alexia a concluir a reportagem para desbaratar a perigosa quadrilha e mergulham em um mundo onde verdades que ambas nunca pensariam ter que enfrentar são reveladas.


Como surgiu a ideia de escrever "Vidas Roubadas”? Queria escrever sobre tráfico infantil e como sou jornalista eu criei a repórter Alexia, que sofreu ameaças de morte quando investigou uma quadrilha. Infelizmente, isso acontece muito com os colegas jornalistas. Sempre quis seguir a linha investigativa e quando criei a história da estilista Joana, que é um belo exemplo de superação pensei: por que não cruzar a histórias delas? Por isso, ela foi vitima do tráfico humano por dois motivos: ao cair na armadilha de ser acusada pelo roubo de um bebê; crime esse que ela não cometeu.

Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? Seis meses.

O que o leitor pode esperar de "Vidas Roubadas”? Uma história emocionante sobre duas mulheres que lutam contra uma quadrilha de tráfico infantil, que infelizmente é uma realidade no mundo inteiro. Também adicionei um pouco de romance na trama, rejeição entre mãe e filha e uma obra investigativa que pode prendê-los do início ao fim (risos).

Qual autor ou autora é seu preferido? Eles de alguma maneira te inspiraram a escrever? Sidney Sheldon. Muito. Eu sempre gostei da linha investigativa e de interligar a história dos personagens. Eu fiz isso em Vidas Roubadas e no meu próximo livro Mentiras e Traições, que em breve postarei no Wattpad.

Se “Vidas Roubadas” pudesse ter uma trilha sonora qual música você escolheria? Acho que a música Titanium na voz da Madilyn Bailey (que é a versão mais lenta).  Ela sintetiza bem a história das pessoas que sofrem ameaças, apanham da vida, mas sempre conseguem se levantar.
Você segue carreira apenas como escritor ou tem outra profissão? Sou jornalista, atualmente trabalho no departamento de marketing em uma empresa de atividades físicas. A literatura é minha grande paixão e confesso que amaria viver só dos livros.

Deixe uma mensagem para nossos leitores: Espero que vocês se emocionem, curtam e vivam todas as emoções que eu tive quando escrevi Vidas Roubadas. Vocês lerão uma história de superação com a personagem Joana; uma pessoa que saiu literalmente do poço e conseguiu se reerguer sem perder a sua essência. Relatarei um crime que infelizmente é mais real do que muitas pessoas imaginam e espero ajudar muitas pessoas que passam ou passaram por essa situação.

Ana Cláudia Esquiavo tem 35 anos e mora no Rio de Janeiro - RJ.

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