quinta-feira, 29 de junho de 2017

PRIMEIRAS IMPRESSÕES: O HOMEM NO ESPELHO

SINOPSE: Jennifer Mills sempre foi cética quando o assunto se tratava de seres sobrenaturais, vivendo em meio à turbulência de Nova York tudo que ela queria era descobrir porque não sonhava, já que o mundo dos sonhos parecia bem atrativo. Quando uma oportunidade de trabalhar no Museu de História Natural surge em sua vida, ela não mede esforços para ser reconhecida em seu cargo. Mas logo na sua primeira tarefa, coisas estranhas começam a acontecer. Uma coleção de artefatos vindos da Índia precisam ser catalogados. Dentre eles, um espelho negro sem origem certa. Esta é a primeira missão de Jennifer, descobrir a real natureza do misterioso objeto. Mas a medida que ela se embrenha mais na história do espelho, episódios cada vez mais estranhos vão surgindo em sua vida: Sombras que espreitam os seus caminhos, histórias de deuses hindus envolvendo a criação do espelho e seu primeiro sonho, que é lindo e aterrorizante, tanto quanto a figura que começa a aparecer no espelho. Dispostas a ir contra as crenças de tudo que acreditou na vida, Jennifer descobrirá que sua real natureza, é a resposta para maioria das suas perguntas. Uma mistura de Dark Fantasy, com mitologia hindu e aventuras em um reino perdido, “O Homem no Espelho” promete encantar os leitores com uma história inesquecível e bem ambientada. Se entregue a magia e mergulhe em universo totalmente novo, onde as dimensões não têm limites.


Oi minha gente! Hoje vamos de Primeiras Impressões do livro: O Homem no Espelho. A autora Vivianne Sophie (que é novíssima!!!) nos concedeu uma entrevista e você pode conferir aqui! Li os quatro primeiros capítulos desse livro e na hora que a brincadeira tava ficando boa, acabou... Como assim gente? Não me deixe assim Vivi, mas adorei! Só espero representar seu livro, como se deve! Bom, a história se passa em Nova York (New York, New York! Impossível não lembrar do Sinatra não é?), voltando: e nossa protagonista se chama Jennifer, mas seu apelido é Jen. Jen, mora com os pais adotivos e seu meio social parece ser divido entre os seus pais e sua melhor amiga Hope, que é toda fitnessss e sai por aí a toda balançando seus cabelos cacheados. Como já disse que a Hope é fitness, é daqueles que cuida tanto da saúde que até um piquenique no Central Park é regado a suco detox. Jen é solteira e no momento busca um trabalho, em meio a isso, ela faz sessão de terapia, na verdade de hipnose para entender os seus sonhos, que mais seriam a ausência deles. Jen nunca sonha ou não se lembra dos seus sonhos. Ela gostaria que através dele soubesse algo de sua vida.


Há uma vaga para historiador em um importante museu na cidade, o Museu de História Natural, isso tem deixado Jen muito empolgada. Após a entrevista, ela saberá que preencheu os requisitos para a vaga e logo é requisitada para se apresentar ao novo trabalho. Nos primeiros dias há muitas tarefas a serem feitas, isso até consome muita energia dela, há muitos objetos a serem preparados para exposição, mas antes disso deverá ser feito uma grande pesquisa em busca das origens dos objetos e isso a deixa muito preocupada em executar corretamente a tarefa, assegurar seu emprego, ser orgulho para seus pais e também juntar dinheiro para fazer um mestrado em outra cidade. Os objetos em questão são de origem indiana e provavelmente seriam de alguma realeza de tão nobre que aparentam ser.


Dentre os objetos a serem expostos tem um bem intrigante, um espelho, grande, que chama muito atenção, Jen logo pede que seja providenciado um lugar exclusivo para ele. Ele é colocado em uma sala nobre do museu e conta com luz especial para deixá-lo mais imponente do que já é. Jen ao olhar para o espelho vê mais do que seu reflexo, algo indescritível, como se o espelho retribuísse a altura seu olhar de curiosidade. Sua amiga diz que Jen se preocupa muito e deveria curtir mais a vida, o que a garota quer realmente, é saber mais sobre sua origem, seus pais adotivos não tem nenhuma informação a mais sobre a vida da moça, a não ser um colar de flor de lótus que foi deixado junto com ela ainda bebê. Na verdade, junto à criança foi deixada uma carta, pedindo que ela nunca soubesse de sua origem indiana e que também não se tornasse conhecida, afim de não ser descoberta, pois isso poderia trazer risco a sua vida, pode ser que os pais adotivos de Jen estejam cumprindo esse pedido. A suposta mãe biológica de Jen fugia de pessoas muito perigosas e fez o possível para salvar a vida de Jen.


Como sua origem é indiana, Jen não tem os traços realmente parecidos com o de seus pais. Agora, trabalhando no museu e manuseando peças indianas, será que Jen, estará no caminho de conhecer suas verdadeiras raízes, enfim, encontrar respostas para seus questionamentos? Em pouco tempo já me afeiçoei a Jen, espero que ela encontre as respostas que precisa em sua vida. Leitura muito agradável, leve e de fácil compreensão, gostei muito do estilo de escrita. A ambientação também parece te levar a conhecer Nova York, dá até vontade de ir pra lá. A descrição dos personagens e de tudo o que está à volta é muito completa, é um impulso a mais a nossa imaginação. Gostei muito dos primeiros capítulos, mas fiquei intrigada quem será esse homem no espelho, hein? Até a próxima!!!

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RESENHA ESCRITA POR: GREISI SILVA
28 anos, administradora e artesã nas horas vagas, apaixonada por leitura e artes, não vivo sem música, poesia e cinema. Descobri que viajar é preciso e comer pipoca é fundamental para se ter boas ideias.

Um comentário:

  1. Olá linda,

    Fico muito feliz que você tenha gostado dos primeiras capita. Espero que o restante da história lhe conquiste e que você se surpreenda com o passado da Jennifer <3

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