quarta-feira, 26 de julho de 2017

PRIMEIRAS IMPRESSÕES: UNIVERSO 27

SINOPSE: Apesar de se ameaçarem de morte de vez em quando, Stella, Frida e Nuno até que têm uma relação saudável. Os três amigos vivem dias comuns na cidade de Florianópolis até que, numa manhã de sexta-feira, durante um passeio escolar, algo muito estranho acontece. Eles são levados através de um buraco de minhoca a um lugar bastante diferente – e diante do título do livro, você não precisa ser um gênio para descobrir. Cada vez mais humanos são levados ao Universo 27 pelo mesmo infeliz e inegável motivo, e depois que chegam, jamais retornam. Inconformados com a situação, Stella, Frida e Nuno reúnem forças para tentar retornar para casa. Em meio a viagens espaciais, habitantes insanos e barras de chocolate, eles se questionam se um dia poderão deixar esse universo, ou se estarão condenados, como todos os outros, ao inevitável.


Olá galera!!! Vou começar contado a verdade... Tem alguns minutos que estou aqui parada olhando para tela do computador sem saber como fazer essas Primeiras Impressões... Calma, calma!! Essa dificuldade toda tem um motivo: tive acesso a apenas alguns capítulos do livro Universo 27 e fiquei com muita curiosidade sobre tudo!!! 


O livro começa com os protagonistas Stella, Frida e Nuno presos em um lugar que não sei onde é – apenas que não é no nosso mundo. Lá também tem um ET (eu acho que ele é ET, mas sei lá, pode ser que não rs), Hermínio. Os quatro estão esperando para ser fuzilado (cara de assustada!) Não me perguntem o que aconteceu, pois eu também não sei!


Em seguida o leitor é levado até um dia de aula comum na vida de nossos três amigos. Um dia quente, onde coisas comuns acontecem. Tudo no livro vai se desenvolvendo de forma natural e coerente. Até que um certo dia, durante um passeio da escola, Stella, Frida e Nuno são puxados por um buraco de minhoca (momento The Flash!). Assim, são levados a outro universo. E pronto! Foi justamente nesse momento que os capítulos acabaram para mim! Entenderam agora o desespero do começo do texto?


A história até onde pude acompanhar é muito bem escrita e desenvolvida. Personagens bem elaborados, diagramação muito boa. O livro é narrado em terceira pessoa. Espero em breve ler o livro completo! Preciso saber como esses 4 vão fugir do fuzilamento – afinal, eles precisam fugir!! Para saber mais sobre o livro e a autora clique aqui e confira nossa entrevista com a Nathália Hiendicke. Beijos até a próxima!!


PARA CONFERIR A ENTREVISTA COM AUTORA CLIQUE AQUI!

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RESENHA ESCRITA POR: RENARA CABRAL PEREIRA PAVEZ
25 anos, capixaba e casada. Formada em pedagogia. Amo ler e dar aula. A leitura me faz viajar!

ENTREVISTA COM RÚBIA ALBUQUERQUE, AUTORA DE 100 DIAS NA TERRA

SINOPSE: Quando se voluntariou para a missão, Calebe mal imaginava que o período que passaria na Terra mudaria a sua vida para sempre. Ao conseguir um trabalho como fotógrafo em um documentário, ele passa a maior parte do tempo viajando ao redor do mundo e terá a oportunidade de descobrir como as pessoas deste planeta lidam com muitas coisas – especialmente com a dor. Durante os 100 dias, ele é ajudado por Ariel, um anjo relator que já esteve por quase um século neste Planeta. Ao longo de sua jornada, Calebe precisará ser mais do que um mero espectador e se verá entre a amizade improvável com uma terráquea e novos sentimentos e experiências.


Como surgiu a ideia de escrever "100 Dias Na Terra"? Sempre fui apaixonada por Astronomia e pelo Universo. Costumo ir a um Observatório sempre que posso e é quase impossível olhar para aquela imensidão e não se perguntar o que é que as estrelas, os planetas e tudo aquilo que nos cerca têm para nos contar. Leitora voraz, cresci dizendo que um dia escreveria o meu próprio livro. Pois bem - duas paixões se uniram e assim surgiu o livro "100 Das Na Terra".

Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? Comecei a escrever numa tarde de sábado. Foram umas oito páginas e depois o projeto ficou guardado. A história estava tão forte dentro de mim que decidi que era hora de escrever meu livro. Voltei ao arquivo e terminei em aproximadamente quatro meses.

O que o leitor pode esperar de "100 Dias Na Terra"? Histórias que mesclam ficção e realidade e momentos de reflexão. É um livro para se ler olhando para dentro e quem sabe provocar um olhar diferenciado para o Universo.

Qual autor ou autora é seu preferido? Eles de alguma maneira te inspiraram a escrever? Difícil dizer! Gosto muito de ficção científica e distopias, então George Orwell, Isaac Asimov e Phipil K. Dick estão no topo da lista. Mas não posso deixar de lado nomes como Khaled Hosseini e dois Fernandos: Sabino e Pessoa. Mas atualmente estou lendo um livro chamado "A Guerra não tem rosto de mulher", da autora Svetlana Alexijevich, que já está entre os melhores livros que já li. Com certeza. Escrever é transbordar. E inevitavelmente o que leio me transforma e também me compõe - e tudo isso está de alguma maneira no conteúdo que produzo.

Se "100 Dias Na Terra" pudesse ter uma trilha sonora qual música você escolheria? Humm... Pergunta difícil, nunca tinha parado para pensar nisso. Podem ser duas? Eu escolheria "A Partida e o Norte", de Estêvão Queiroga, que fala sobre um caminho a ser trilhado, que transforma o caminhante. E também "Morada", da banda Forfun, que tem muito a ver com o Calebe, personagem principal e alguém que sempre traz amor e sorriso.
Você segue carreira apenas como escritor ou tem outra profissão? Sou jornalista e trabalho com comunicação e marketing.

Deixe uma mensagem para nossos leitores: Como já disse Drummond, "a leitura é uma fonte inesgotável de prazer". Ótimas leituras a todos vocês e que cada livro abra um universo de possibilidades. Espero que se interessem e gostem do "100 Dias Na Terra"!

Rúbia Albuquerque tem 30 anos e mora no interior de São Paulo - SP.

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terça-feira, 25 de julho de 2017

PRIMEIRAS IMPRESSÕES: A PRINCESA DE ÔNIX

SINOPSE: Em um mundo onde a magia é possível, Sete Reinos foram criados pela Trindade Iniciadora. Eles foram representados por espécies mágicas diferentes e a lei e o poder foi a única verdade absoluta para ser vivida durante os últimos séculos. No Reino de Ônix, a princesa bruxa Amie Bell, acaba de completar dezoito anos de idade. Uma data que deveria ser comemorada com muita alegria, mas que acaba se tornando o pior dia da vida dela. Encurralada por um feitiço que deu errado, a jovem embarca em uma aventura onde descobrirá o que existe além dos muros do palácio onde viveu a sua vida inteira. Terá que despertar suas habilidades para sobreviver sem todos os caprichos que tinha como princesa e terá que lutar por sua sobrevivência com a ajuda de um Clã que vive contra as leis de Olivarum. Você está pronto para encarar essa aventura? Lembre-se: Se fizer a escolha errada, tudo pode acabar.


Fala galera! Hoje vamos falar sobre nossas Primeiras Impressões do livro A Princesa de Ônix, de Jadna Alana e lançado pela Editora Coerência. Você pode conferir a entrevista que a autora deu para o blog clicando aqui! No livro conhecemos o mundo de Olivariam, governado pela Trindade Iniciadora (composta pelos três deuses mais poderosos desse mundo: Arthur, Daniel e Fhelipe) e que criou sete reinos e cada um deles habitado por seres fantásticos. No Reino de Diamante vivem os anjos, no Reino de Esmeralda vivem as fadas, no Reino de Safira vivem as sereias, no Reino de Rubi vivem os vampiros, no Reino de Jasper vivem os licantropos (lobisomens), no Reino de Pérola vivem os feiticeiros e no Reino de Ônix vivem os bruxos.


Nossa protagonista, a princesa de Ônix, chama-se Amie Bell e está super nervosa porque está completando dezoito anos de idade e é uma tradição do seu reino que na festa de comemoração de seu aniversário ela faça um feitiço poderoso para mostrar suas habilidades para todos os bruxos presentes e outros reinos convidados. Essa é hora dela mostrar o que aprendeu todo esse tempo na Escola de Bruxaria. Amie é a filha do meio do casal Bell. O Rei Maxwell e a Rainha Deena são extremamente fiéis às leis que regem Olivarium e mesmo que Amie tenha pedido para não fazerem a festa, seus apelos foram negados. Amie conta ainda com a ajuda de sua serva e amiga, Etta, que sempre tenta acalmá-la e animá-la para o grande momento que se aproxima. Tem ainda seu irmão Alek que tem uma relação muito bonita de cumplicidade e amizade com Amie. Ele também já passou por isso antes e no seu aniversário fez o feitiço da transformação e tornou-se um animal (équo) no frente de todos os presentes. Mas Amie sabe apenas os feitiços mais leves e simples e o medo de decepcionar sua família e os convidados a aflige.


Os reinos de Olivarium não tem nenhuma ligação direta e são praticamente desconhecidos uns dos outros. Apenas os Reinos que tinham alianças como o Reino de Jaspe e Ônix que podem saber um pouco mais sobre o outro, mas nada muito profundo. Na festa Amie encontra alguns conhecidos de outros reinos, como o Connor, lobisomem do Reino de Jasper e a sereia Becky do reino de Safira. Quando chega a hora de fazer o feitiço, todo o nervosismo que Amie estava tentando conter volta com força total e tudo que ela quer é sumir dali. E é o que realmente acontece! A princesa desaparece diante de todos e ninguém sabe onde ela foi parar.


Amie foi teletransportada para perto do Reino de Rubi, muito longe de casa. Ao acordar na floresta, ela se depara com quatro jovens de reinos diferentes: Um vampiro, um feiticeiro, uma fada e uma sereia. Cavin, Milo, Dolly e Hilary não podiam estar andando juntos pelas leis, mas eles fazem parte do Clã do Pacto, um grupo que vive sem as leis e procuram entender o mundo sem as regras da "Trindade". O líder deles é Derek Saints, filho do rei do Reino de Diamante, um dos mais poderosos. Como poderiam existir seres que desafiavam a lei e não eram punidos? O que os pais de dela fariam se soubessem que estava andando com seres assim? Mas como não quer ficar ali perdida na floresta, Amie resolve ir com eles para assim voltar para casa. E o que acontece depois disso? E o que quero muito saber!


O livro tem uma leitura bem gostosa e fluida, você se envolve com a história rapidamente e os personagens são bem cativantes. Além disso, a autora parece não enrolar os acontecimentos e em poucos capítulos muitas coisas já aconteceram. E nesse começo ainda temos uma história de amor impossível entre o irmão de Amie, um bruxo e Becky, uma sereia, o que não é permitido e por isso eles namoram escondidos de suas famílias. Esse amor impossível parece que vai enfrentar muitos obstáculos ainda já que o rei anuncia que já arranjo uma noiva para seu filho se casar! Recomendo a leitura e estou ansioso para ler o livro inteiro!


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ENTREVISTA COM LU EVANS, AUTORA DA SÉRIE ZYLGOR

SINOPSE: Zylgor I - A Princesa das Águas: Cã é um garoto órfão de 15 anos cuja vida vira de cabeça para baixo quando um espírito de chuva o conduz a um portal mágico pelo qual ele atravessa para um exótico mundo chamado Zylgor. Sua aventura em Zylgor começa quando ele se vê perdido em um bosque azul. Cã tem apenas duas opções: continuar perdido ou seguir três estranhas criaturinhas. Mas seja qual for a escolha, a sua frente se estenderão situações inusitadas e perigos letais, pois logo descobre que terá de participar de uma arriscada jornada se quiser retornar para seu próprio planeta.


SINOPSE: Zylgor II - O Príncipe Flamejante: Cã descobre para onde Lílat foi levada. Agora sua missão é salvar a princesa. Tal como acontece na primeira parte da série, nosso herói precisa passar por regiões inóspitas, enfrentar inimigos implacáveis e grandes perigos. Dentre os membros de grupo que segue com Cã nessa nova aventura, está Áspio, príncipe dos silfos e portador do cristal fogo. Belo, sagaz, sedutor e poderoso, Áspio tem como objetivo não apenas resgatar a princesa, mas casar com ela e assim ocupar o trono maior das Terras Aquecidas.


Como surgiu a ideia de escrever a série “Zylgor”? Eu já estava querendo escrever algo fazia algum tempo, mas não tinha ideia do que podia ser. Foi quando assisti A História Sem Fim, adaptação para cinema do livro do Michael Ende e gostei muito da ideia de construir um mundo mágico para onde seria transportado um garoto, e ele teria muitas aventuras lá. Comecei a escrever tão logo acabei de ver o filme, mas posso dizer que, apesar da forte inspiração que sofri ao assistir A História Sem Fim, a minha obra tomou um formato próprio, quero dizer, não se tornou uma simples versão, adaptação ou cópia.

Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? Vários anos. Nem sei ao certo. Parei de escrever em muitos momentos porque tinha outras prioridades, ficando muito tempo sem tocar na história. Hoje estou mais disciplinada e me esforçando ao máximo para concluir o último livro da série ainda dentro dos próximos meses.

O que o leitor pode esperar de “Zylgor”? É uma jornada do herói sem dúvida. Não que eu tenha feito isso de propósito, mas acho que essa jornada está enraizada na nossa cultura desde o início da literatura, milhares de anos atrás. Quem lê Gilgamesh, a primeira grande obra de literatura produzida por autores sumérios, vai ver lá essa jornada do herói já estabelecida.

Qual autor ou autora é seu preferido? Eles de alguma maneira te inspiraram a escrever? Ariano Suassuna. E não é pelo fato de ele ser conterrâneo meu. Eu o considero um dos maiores nomes da literatura brasileira. Foi dramaturgo, romancista, ensaísta, poeta, professor, secretário de cultura de Pernambuco, além de ser o idealizador do Movimento Armorial. Foi um grande defensor da cultura nordestina até o momento da sua morte. Sua obra, apesar de ter uma roupagem regional, fala de temas universais, e é isso o que mais encanta em Auto da Compadecida; O Romance d’a Pedra do Reino; O Santo e a Porca, e tantas outras. Meu primeiro livro publicado foi uma coletânea de peças teatrais para crianças que escrevi no final dos anos 90. E as peças de teatro de Ariano Suassuna, bem como de Maria Clara Machado, foram as maiores inspirações para aquela obra minha.

Se “Zylgor” pudesse ter uma trilha sonora, qual música você escolheria? Nunca pensei nisso porque geralmente a gente pensa em música quando se está fazendo roteiro para cinema ou teatro. Mas acho que teria de ser uma coisa dramática feita exclusivamente para a história, como acontece nos filmes Star Wars e Harry Potter, por exemplo.

Você segue carreira apenas como escritor ou tem outra profissão? Sou autora independente, então fica bem difícil pagar as contas com a venda dos meus livros. Em breve começarei a publicar por editoras nos EUA, mas até lá, continuarei tendo que trabalhar em outras coisas.

Deixe uma mensagem para nossos leitores: Incentivem os autores nacionais dando preferência às obras deles. Cada vez que você paga 50 reais por um livro de autor estrangeiro, morre uma fadinha do dente no Brasil.

Lu Evans nasceu em João Pessoa, PB, onde concluiu o curso de Comunicação Social na Universidade Federal da Paraíba. Trabalho em teatro em atividades como produção e direção, além da criação dos textos encenados pelo Grupo Matraca. Escreveu 20 peças de teatro para crianças que reuniu em um livro intitulado simplesmente de Teatro. A série Zylgor é sua estreia literária no gênero fantasia.

PARA LER "ZYLGOR I - A PRINCESA DAS ÁGUAS" CLIQUE AQUI!

PARA LER "ZYGLOR II - O PRÍNCIPE FLAMEJANTE" CLIQUE AQUI!

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quarta-feira, 19 de julho de 2017

RESENHA DO LEITOR: MINHA MENTE ME ATORMENTA

SINOPSE: O que fazer quando a ilusão e o real se confundem? Como saber qual é caminho certo para retomar sua vida? Este é o drama de Mirian Ramos, uma jovem escritora, perdida entre um mundo imaginário e a realidade. Um acontecimento inesperado a faz perder parte de sua memória e ela se vê presa entre seu misterioso passado e um presente desafiador, beirando entre a loucura e a razão. Contudo, movida por seu amor por Roberto, ela luta para decifrar seus enigmas, numa trajetória árdua e de final surpreendente.


Olá pessoal! Hoje apresento a vocês o livro de estreia da autora nacional Edna NunesMINHA MENTE ME ATORMENTA. Em seu primeiro romance conhecemos Mirian. Ela se encontra internada em uma clínica psiquiátrica. O problema é que, Mirian não faz a mínima ideia do porquê de estar internada no local. Suas memórias são confusas e vagas, digamos que se trata de lembranças passageiras de pessoas que Miriam não reconhecem e muito menos lembra. Narrado em primeira pessoa – por Mirian – os capítulos são alterados em passado e presente. Nos capítulos que estão narrando o presente, o leitor conhece a clínica onde Mirian se encontra. E percebe-se que a mesma está completamente perdida, sem saber se as coisas são realidade ou apenas ilusão.


Já no passado, a protagonista fala sobre a sua relação (muito conturbada) com Roberto. Toda a história é narrada por Mirian, como falei aí em cima. Então, em alguns momentos me questionei se os fatos eram reais ou se ela distorcia os acontecimentos. Por outro lado, todos esses questionamentos me fizeram querer juntar as “peças desse quebra-cabeças” (como o da capa hahaha) e descobrir o que de fato aconteceu no passado de Miriam. Em apenas 171 páginas, a autora conseguiu prender minha atenção e me deixar louca para descobrir tudo! Porém gostaria que a autora tivesse aprofundando mais a relação Mirian x Roberto. Toda vez que Mirian leva o leitor ao passado “os acontecimentos” são explicados. E no final da história entendemos tudo!! Nada de pontas soltas!!


Acho que foi a primeira vez que li um livro que misturasse romance e thriller psicológico. Como falei, o livro possui elementos que pretendem e muito a atenção do leitor. Para finalizar devo comentar que o desfecho do livro é surpreendente! Parabéns Edna! Já estou ansiosa pela próxima leitura.

VITAMINAS:



RESENHA ESCRITA POR: RENARA CABRAL PEREIRA PAVEZ
25 anos, capixaba e casada. Formada em pedagogia. Amo ler e dar aula. A leitura me faz viajar!

ENTREVISTA COM DIANE BERGHER, AUTORA DE QUANDO ELA CHEGOU

SINOPSE: Apaixonada por arquitetura e história, Camila Rossini sonhava se tornar uma arquiteta para trabalhar com restauração e conservação de prédios históricos. Jovem, linda, de personalidade forte e destemida, perfeccionista e detalhista ao extremo, Camila precisou assumir a presidência da construtora da família quando seu irmão mais velho sofreu um grave acidente de trânsito. Empenhada em manter os negócios da família, Camila deixa de lado seus sonhos e passa a viver para a empresa durante anos. Depois de um longo noivado, é abandonada no altar, o que a leva a questionar as escolhas que fez na vida e a embarcar numa viagem para o exterior. Ao retornar para o Brasil, Camila decide recomeçar sua vida e realizar seus antigos sonhos. Muda-se para o Rio de Janeiro e aceita o cargo de assistente do genioso e controlador Murilo Mendonça Castro de Alcântara, um arquiteto talentoso e um mulherengo incorrigível. Uma forte atração surgirá entre os dois, fazendo-os sucumbir a uma tórrida paixão, que poderá mudar o curso de suas vidas para sempre. Quando ela chegou é o primeiro livro da Triologia Ela, que narra os encontros de casais de mundos diferentes que descobrem no amor seu elo mais profundo.


Como surgiu a ideia de escrever “Quando Ela Chegou”, seu primeiro livro? Para ser sincera, a ideia do livro me acompanha há algum tempo, assim como vários outros enredos. Porém, nunca foi meu sonho me tornar uma escritora. Em decorrência de uma doença, eu precisei de apoio psicológico e, por incentivo da terapeuta, passei a colocar no papel os mundos e personagens que povoavam minha imaginação. Em 2015, eu fiz uma viagem ao Rio de Janeiro e me apaixonei pela cidade; foi então que decidi que a história de Camila e Murilo deveria ser ambientada no Rio. Voltei para Florianópolis empolgada para escrever e assim o fiz. Foi tão gostoso escrever que o livro virou série. 

Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? Eu levei 5 meses para concluir “Quando Ela Chegou”. Em geral, meus livros levam de 3 a 4 meses para ficarem prontos. Um Amor para Penélope, meu primeiro romance de época, assim como Sempre foi Você, foram escritos em 3 meses. É comum, eu escrever dois livros em simultâneo e com enredos distintos entre sim.


O que o leitor pode esperar de seus livros? Eu escrevo romances, então, o leitor pode esperar histórias de amor envolventes, com enredos cativantes, que prendem a atenção do começo ao fim, fazendo-os embarcar numa viagem para mundos diferentes e até mesmo para outras épocas. Tem um pouquinho de tudo em minhas histórias: cenas quentes e fofas, divertidas e dramáticas, suspense e aventura.



Qual autor ou autora é seu preferido? Eles de alguma maneira te inspiraram a escrever? São vários, mas vamos à lista dos preferidos entre os preferidos: Érico Veríssimo, Cecília Meireles, Lucinda Riley, Judith McNaught, Loreta Chase, Julia Quin. Essa pergunta é tão injusta (risos). Até outro dia, eles apenas me faziam sonhar, pois sou uma leitora compulsiva. A partir do momento em que assumi meu dom para a escrita, acredito que eles se tornaram sim uma fonte de inspiração, pois os admiro muito.

Se seus livros pudessem ter uma trilha sonora qual música você escolheria? Como são vários livros, vamos à lista:

Sempre Foi Você: Kelly Clarkson - Because Of You
Série Epifanias de Amor (romances contemporâneos; série ainda não finalizada)
Livro 01: Quando Ela Chegou - Ellie Goulding - Love Me Like You Do  
Livro 1.5: Ela É Perfeita - Backstreet Boys - Drowning
Livro 02: Ela É Minha - The XX -  Togheter
Livro 2.5: Para Sempre Ela - Avril Lavigne - Give You What You Like



Série Belle Époque (romances de época, série ainda não finalizada)
Livro 01: Um Amor para Penélope – Bryan Adams - Have You Ever Really Loved a Woman
Livro 02: Uma Paixão Para Flora - Michael Jackson - Fall Again 
Você segue carreira apenas como escritor ou tem outra profissão? Eu sou advogada e ser escritora surgiu como um acaso em minha vida, um acaso muito feliz, confesso.

Deixe uma mensagem para nossos leitores: Antes de tudo, quero agradecer ao blog pelo espaço. Foi um prazer conversar com vocês e contar um pouquinho sobre minha vida e meus livros. Aos leitores, quero deixar um abraço carinhoso e convidá-los para que leiam meus livros e se encantem por histórias de amor envolventes e apaixonantes.

Diane Bergher tem 35 anos e mora em Florianópolis - SC.

PARA LER "QUANDO ELA CHEGOU" CLIQUE AQUI!

PARA LER "SEMPRE FOI VOCÊ" CLIQUE AQUI!

PARA LER "UM AMOR PARA PENÉLOPE" CLIQUE AQUI!

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terça-feira, 18 de julho de 2017

RESENHA DO LEITOR: CORTES DE ESPINHOS E ROSAS

SINOPSE: Depois de anos sendo escravizados pelas fadas, os humanos conseguiram se libertar e coexistem com os seres místicos. Cerca de cinco séculos após a guerra que definiu o futuro das espécies, Feyre, filha de um casal de mercadores, é forçada a se tornar uma caçadora para ajudar a família. Após matar uma fada zoomórfica transformada em lobo, uma criatura bestial surge exigindo uma reparação. Arrastada para uma terra mágica e traiçoeira - que ela só conhecia através de lendas -, a jovem descobre que seu captor não é um animal, mas Tamlin, senhor da Corte Feérica da Primavera. À medida que ela descobre mais sobre este mundo onde a magia impera, seus sentimentos por Tamlin passam da mais pura hostilidade até uma paixão avassaladora. Enquanto isso, uma sinistra e antiga sombra avança sobre o mundo das fadas e Feyre deve provar seu amor para detê-la... ou Tamlin e seu povo estarão condenados.


Em um mundo onde os feéricos e os humanos são inimigos mortais, Freyre tenta ficar longe da guerra e sustentar sua família. Acorrentada à promessa que fez a sua mãe antes dela morrer Freyre caça dia após dia enquanto tenta fracamente manter os luxos que sua família já teve no passado. Em uma dessas caçadas Freyre tira a vida de um grande lobo de olhos amarelos na floresta. No fundo de seu coração a garota sabia que aquele não era um lobo qualquer e matá-lo foi tanto um ato de desespero quando de rebelião. O que Freyre não sabia era que ao matar aquele animal ela estava infringindo uma das leis que sustentavam uma frágil aliança de seu povo com os feéricos. Ao matar o lobo ela desperta a ira de Tamlim, um poderoso feérico que impõe a Freyre a punição de viver para sempre em Prythian, terra para lá da muralha onde os feéricos habitam.


Desejei ter a capacidade de sentir remorso pela coisa morta. Mas aquilo era a floresta e era inverno.

Para poupar sua vida a garota aceita o trato e segue a besta feroz que invadiu sua casa ate a muralha que divide os dois mundos. Na corte primaveril, território de Tamlim, a besta que a sequestrou se transforma em um homem único, com o rosto coberto com uma elegante mascara de pássaro. Na corte, Freyre estava esperando ser uma escrava, mas a verdade é que os feéricos mascarados a tratam como uma espécie de princesa. Ela não entende o porquê de tanta gentileza, mas não desiste de sua ideia de fugir. Objetivo que parece ser impossível já que ela não faz ideia de onde está e o pacto que ela quebrou ao matar um feérico pesa sobre sua cabeça.


Eu queria estar na música, queria pegar carona naquela velocidade e me entremear nas notas. Eu conseguia sentir a música ao meu redor como uma coisa viva que respirava, cheia de maravilhas, alegria e beleza.

Aos poucos a animosidade entre Freyre e Tamlim diminui, eles aprendem mais um sobre o outro e Freyre começa a admirar o feérico e tudo o que ele faz para manter seu povo afastado de uma praga que acomete os feéricos e rouba cada vez mais vidas. Segundo Tamlim é devido a essa tal praga que ele e seu povo vêm ficando sem magia e também é devido a ela que eles não conseguem tirar as máscaras de animais presas em seus rostos. 


Agradeça por seu coração humano Freyre, tenha piedade daqueles que não sentem nada.

Quando a ameaça se torna perigosa demais Tamlim manda Freyre de volta para sua casa para mantê-la segura, enviando junto com ela dinheiro o suficiente para fazer com que sua família seja rica novamente. Por um tempo, Freyre se deixa enganar pela ilusão de que conquistou sua liberdade tão sonhada, mas ela sabe que não é bem assim. Ela está presa por seus sentimentos a Tamlim e se ele está correndo perigo é dever dela ajudá-lo. 


Eu sabia... eu sabia que seguia um caminho que provavelmente terminaria com meu coração mortal despedaçado, mesmo assim... Mesmo assim, não pude evitar.

Ao voltar para a corte primaveril, Freyre descobre que na verdade não havia praga nenhuma e sim uma mulher perigosa e cheia de ódio por Tamlim, um ódio fruto de uma rejeição. Durante uma discussão entre Tamlim e Amarantha ele disse que preferia uma mulher mortal a ela, então Amarantha colocou uma maldição sobre ele e seu povo. Dizendo que a única maneira de quebrar essa maldição era que Tamlim fizesse uma mulher humana com ódio por feéricos em seu coração, se apaixonar por ele. Esse era o papel de Freyre o tempo todo, mas como ela nunca havia dito que o amava o reino de Tamlim pereceu. Agora para ajudá-lo Freyre precisa entrar em uma competição que vale não só sua vida, mas também a de Tamlim e de todo seu povo.


— Amo você — declarei —Não importa o que ela diga a respeito disso, não importa se é apenas meu tolo coração humano. Mesmo quando queimarem meu corpo, vou amar você.
— Amo você — Ele sussurrou e beijou minha testa. — Com espinhos e tudo.

Sarah J. Mass já e consagrada no ramo da fantasia, com o super bem escrito o Trono de Vidro (para ver a resenha clique aqui!) e não desaponta nenhum pouco nesse novo romance. É lindo ver como Freyre cresce ao longo da historia, assim como Tamlim se desenvolve e fica mais humano. Os dois são um par improvável, mas um casal lindo. A história tem um final surpreendente, de tirar o fôlego que eu simplesmente amo.

VITAMINAS:



RESENHA ESCRITA POR: CAROLINA SIQUEIRA
Carol Siqueira, 20 anos, é estudante de Odontologia pela Universidade Positivo e quando não está deixado o sorriso das pessoas mais bonito, ela passa seu tempo lendo histórias sobre criaturas mágicas, que eventualmente se apaixonam, ou escrevendo algum resumo bobo na varanda de sua casa e não perde a oportunidade de adicionar mais um livro a sua coleção de preferidos.

ENTREVISTA COM DAVID FRANKLIN, AUTOR DE IRMÃOS STTRIDER E O HERDEIRO PERDIDO

SINOPSE: James Lins é um garoto que vive sufocado pelos pais super protetores, tendo somente um amigo de infância. Mas sua vida muda quando seus pais desaparecem e ele é levado para dimensão Divs, aonde magia e criaturas mágicas circulam por ai normalmente.  E lá, com ajuda de seu melhor amigo e de um charmoso e rebelde Guerreiro,  ele vai fazer de tudo para descobrir o paradeiro de seus pais e duelar com um terrível vilão que está pondo tudo de cabeça para baixo.


Como surgiu a ideia de escrever Irmãos Sttrider”? Aos 12 anos, quando comecei a desenvolver o personagem principal, apenas uma brincadeira, mas me senti tão ligado que decidi explorar mais o mundo de James Lins e acabei com muito material em mãos (Desculpe árvores), pronto para transforma em um livro, mas sem ideia do que faria, então a narrativa foi mudava varias vezes até chegar ao ponto que eu queria.

Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? 12 anos.

O que o leitor pode esperar de Irmãos Sttrider? Muitas surpresas e aventuras, a demonstração do que o amor e a ambição, e as nossas escolhas, são capazes de fazer. E também a abordagem do que o amor por nossa família é capaz de fazer.

Qual autor ou autora é seu preferido? Eles de alguma maneira te inspiraram a escrever? J.k. Rowling certamente foi a minha maior fonte de inspiração para não desistir, e foram seus livros que me levaram para o mundo literário, do qual eu não gostava nada quando criança.

Se "Irmãos Sttrider" pudesse ter uma trilha sonora qual música você escolheria? Warriors - Imagine Dragons.
Você segue carreira apenas como escritor ou tem outra profissão? No momento apenas escrevo.

Deixe uma mensagem para nossos leitores: Passei por grandes momentos durante o período que escrevi esse livro, muitos ajudaram a moldar a história seriamente, e eu espero muito que você possa sentir isso quando ler Irmãos Sttrider, porque uma grande parte de mim está nessa história. Obrigado.

David Franklin tem 23 anos e mora em Fortaleza - CE.

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sexta-feira, 14 de julho de 2017

RESENHA: O CHAMADO DO MONSTRO / SETE MINUTOS DEPOIS DA MEIA-NOITE

SINOPSE: Conor é um garoto de 13 anos de idade, com muitos problemas na vida. Seu pai é muito ausente, a mãe sofre um um câncer em fase terminal, a avó é uma megera, e ele é maltratado na escola pelos colegas. No entanto, todas as noites Conor tem o mesmo sonho, com uma gigantesca árvore que decide contar histórias para ele, em troca de escutar as histórias do garoto. Embora as conversas com a árvore tenham consequências negativas na vida real, elas ajudam Conor a escapar das dificuldades através do mundo da fantasia.


Fala galera! Depois de algumas resenhas sobre livros de vampiros essa semana no blog, hoje vamos falar sobre um livro que aborda outro tipo de monstro: A Morte. Um livro delicado e tocante. É assim que eu definiria O Chamado do Monstro. A história desse livro já é emocionante: a ideia é na verdade da autora britânica Siobhan Dowd, que infelizmente faleceu vítima de câncer em 2007. Felizmente o autor Patrick Ness concordou em colocar a ideia de Siobhan em palavras e continuar sua obra. Lançado em 2001 pela Editora Ática, o livro foi relançado pela Novo Conceito com um novo título: Sete Minutos Depois da Meia Noite, devido ao filme de mesmo nome que foi chegou aos cinemas em 2016. Amei a versão da Ática porque é ilustrado.



Connor tem 13 anos e está passando por uma fase muito difícil em sua vida, o que justiça seu comportamento às vezes grosseiro e sua raiva de tudo e todos: Sua mãe que está com câncer parece que está piorando e ela precisa cuidar da casa e de si mesmo. Sua vó e ele não tem nada em comum e não se dão bem. Seu pai mora em outro país com outra família e nunca mais deu notícias e nem parece se importar com ele. Na escola sofre bullying diariamente, apanha, não tem amigos, sente-se invisível. Todas as noites ele tem um pesadelo horrível que o faz acordar gritando e chorando. E para piorar, a cereja no pote de sorvete: Um monstro gigantesco e ameaçador aparece na sua janela da sua casa sete minutos depois da meia noite (e todas às vezes que ele aparece no livro é sempre nessa hora).



O monstro é na verdade um teixo, uma velha árvore que fica no cemitério perto da sua casa. O monstro do teixo vem não para assustar Conor, mas para ajudá-lo. Ele decide que vai contar 3 histórias ao garoto e, depois disso, Conor terá que contar uma história para ele. O grande problema é que essa história que o adolescente precisa contar ao monstro é exatamente algo que realmente o assusta, seu maior medo na vida. As três histórias contadas pelo monstro a Conor nos mostram que as aparências enganam e que pequenos atos podem gerar grandes consequências em nossas vidas e nas vidas das pessoas que nos rodeiam. Ele ensina Conor a ver as coisas de outro ângulo, a amadurecer e a deixar que a vida se encarregue de fazer o que tem de ser feito. No fim, a história de seu pesadelo acaba decidindo o final de tudo, o desfecho de seu tão temido pesadelo é o de sua vida.



Ao longo do livro fica claro que, apesar da confiança aparente da mãe em um “novo tratamento”, sua situação está piorando. Desde o início, já sabemos onde essa história vai terminar. Mesmo assim, o que vale é a trajetória de Conor para aceitar a realidade e lidar com os próprios sentimentos em relação à morte da mãe. Como ocorre em muitos livros, o que vale não é o final, uma revelação bombástica ou surpresa. Apesar de sabermos o que vai acontecer, vale a pena ler a obra para passar por essa jornada com o personagem.



A escrita do autor é forte, como se cada frase que fosse colocada no papel também ficasse marcada de algum modo dentro de você, mas de um modo sutil. A emoção também está presente em todo o livro, mas está contida, o que não impede de a sentirmos. Mesmo nas partes mais calmas é possível sentir a tensão, algo não contado, não resolvido, que precisa ser colocado para fora antes que seja tarde demais. É um dos livros mais emocionantes e belos que eu li na vida.



Mesmo com o título que parece ser de um livro de terror, na verdade a história é um drama. E apesar da narrativa em terceira pessoa é tão profundo como se fosse em primeira pessoa. Um enredo simples, curto e direto, mas com uma mensagem importante e inspiradora. Uma obra para crianças, mas que consegue tratar de pesadelos da vida real sem perder a poesia. É uma história de transformação, aceitação e aprendizado. Sobre perder a inocência para a realidade nua e crua e ter de lidar cedo demais com todas as crueldades que a vida real possui. Sobre lidar com a perda e com o abandono. Sobre pesadelos e despedidas. É um livro sobre luto. Sobre ser forte e, ao mesmo tempo, ter vontade de quebrar tudo ao seu redor. Sobre amadurecimento. Sobre querer se livrar da dor, mas também não querer fazer os outros sofrerem. Sobre situações que não podemos controlar, mas que daríamos quase tudo para resolver. Sobre precisar da ajuda de um monstro. Um livro que deveria ser abordado em todas as escolas. Definitivamente é uma obra inesquecível. Recomendo a leitura para todas as idades!



A adaptação cinematográfica é tão bela quanta o livro. Uma grandiosidade de efeitos visuais, uma impressionante riqueza de detalhes, um capricho nos belíssimos desenhos do protagonista. Mas o melhor do filme é a emoção que ele transmite, seja nos diálogos, seja nos olhares ou em singelas cenas. Se a situação da mãe corta o coração da plateia, a necessária dureza da avó balanceia a trama como um chamado à vida. Mas é no olhar que o jovem Lewis MacDougall consegue reter toda a melancolia represada, fundamental a seu personagem. Para completar, já que é para chamar um monstro, ele vem com a voz de Liam Neeson. Não sei como esse filme passou despercebido pelo Oscar.



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